CORREIOS E PETROBRAS: EM TRÊS ANOS DE PT, DO SUPERÁVIT PARA UM ROMBO BILIONÁRIO

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A greve dos Correios teve início na quinta feira (18), após 36 sindicatos de trabalhadores aprovarem paralisação por tempo indeterminado, 12 sindicatos em 9 estados já iniciaram a paralisação, enquanto outros 24 permanecem em estado de greve. A mobilização atinge regiões estratégicas como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Os Correios vinham de um cenário de superávit em 2022, após anos de ajustes e controle de despesas. No entanto, bastou o governo Lula assumir para a estatal voltar rapidamente ao vermelho. Em pouco tempo, a empresa passou a registrar déficits milionários, reflexo de uma gestão marcada por aumento de custos, ingerência política e falta de planejamento. O resultado da má administração foi imediato: rombo nas contas, atrasos, greve de funcionários e a necessidade de recorrer a empréstimos emergenciais, incluindo cerca de R$ 20 milhões, para manter a operação básica da estatal.

GESTÃO PT: GREVE NA PETROBRAS EM 28 PLATAFORMAS

A Petrobras voltou a enfrentar paralisações que impactam diretamente sua operação. Uma greve atingiu ao menos 28 plataformas, provocando redução de atividades, atrasos e preocupação com a produção e a segurança operacional. O movimento expõe um cenário de instabilidade interna, resultado de conflitos entre a gestão da estatal e os trabalhadores. O episódio reacende um alerta já conhecido: quando a Petrobras entra em greve, quem paga a conta é o país, seja pela perda de produção, aumento de custos ou reflexos no preço dos combustíveis. Mais uma vez, a maior estatal brasileira se vê no centro de uma crise provocada por má gestão e interferência política.

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