O prefeito de Curitiba, Rafael Greca, realizou na manhã desta quarta-feira (25 de março) um pronunciamento via canais oficiais da Prefeitura para comentar sobre a crise do novo coronavírus (COVID-19). Em seu discurso, afirmou que a cidade continuará seguindo as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e explicou, ao lado da secretária municipal de Saúde, Marcia Cecilia Huçulak, o plano de contingência para os hospitais da cidade, ressaltando que a Arena da Baixada, estádio do Athletico, não será transformada em um hospital de campanha, com os dado da publicação do Bem Paraná .
Segundo Huçulak, Curitiba conta hoje com 5.623 leitos hospitalares na rede pública de saúde, sendo 761 leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva). Conforme o plano de contingência anunciado por ela, já há possibilidade para ativação de mais leitos em parceria com outros hospitais, fazendo com que o município chegue a 1 mil leitos de UTI.
“Em nossa rede hospitalar, estamos prevendo ocupar espaços de centro cirúrgico dentro desses hospitais para transformar em leitos e temos outras estruturas hospitalares listadas no nosso plano de contingência.”, explicou Huçulak. “Desde o início trabalhamos com nossos hospitais. Curitiba tem uma rede hospitalar distinta, com 5.623 leitos hospitalares na rede. Desses 5.623 leitos, 761 são de UTI, que já existem, existiam antes do coronavírus. Fizemos um mmovimento com os hospitais e temos a ativação em determinados momentos. Desde a semana passada ativamos novos leitos de UTI.”
“Pedimos a Deus que não seja necessário usar todos esses leitos de UTI”, afirmou Rafael Greca, descartando o uso da Arena da Baixada. “Não haverá hospital na Arena da Baixada. Nós não precisamos disso, Curitiba tem estrutura suficiente.”
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Fonte Bem Paraná