DATAFOLHA MANTÉM PESQUISAS SÓ PARA ATINGIR O BOLSONARO

pesquisa datafolha

Diante de uma situação que se identifica claramente como encomenda para atingir o Presidente Jair Bolsonaro, o Datafolha vem colocando em destaque através da Folha de São Paulo, e com repercussão em outros veículos da imprensa brasileira, principalmente a Rede Globo, resultados de pesquisas feitas por telefone com cerca de 1500 brasileiros, os quais têm rejeitado, com números elevados, o comportamento do chefe da nação diante da crise do Coronavírus.

Deixando claro sua intenção de incompatibilizar os brasileiros com o Presidente da República, as pesquisas sempre dão um jeitinho de promover o Ministério da Saúde e o seu titular, Luiz Henrique Mandetta, a esta altura visto pelos menos avisados como o “Salvador da Pátria”.

Um cenário de máfia que conta não apenas com o comando da Rede Globo de Televisão, arrastando consigo a Folha de São Paulo, com uso do DataFolha, e conseguindo infiltrar o seu mal por outros veículos de comunicação que vão sendo arrastados para propagar ainda mais os números de uma fictícia rejeição de um presidente eleito democraticamente por mais de 209,3 milhões de brasileiros.

Sem as pesquisas presenciais, hoje proibidas, e perigosas por causa do Coronavírus, o DataFolha vem a cada semana “entrevistando” por telefone 1500 brasileiros, não se sabe de quais municípios e estados, tampouco o número de cada um dos telefonemas para por região, o que aumenta ainda mais a desconfiança.

Sentindo que o país de incautos se acostumou com pesquisas desse tipo, que “entrevista” 1500 pessoas de um universo de 209,3 milhões de brasileiros, o DataFolha vem empurrando goela abaixo dos menos avisados que o instituto, a Folha de São Paulo e a Rede Globo, são os únicos instrumentos nos quais os brasileiros devem acreditar cegamente.

Sem as pesquisas presenciais, hoje proibidas, e perigosas por causa do Coronavírus, o DataFolha vem a cada semana “entrevistando” por telefone 1500 brasileiros, não se sabe de quais municípios e estados, tampouco o número de cada um dos telefonemas para por região, o que aumenta ainda mais a desconfiança.

Sentindo que o país de incautos se acostumou com pesquisas desse tipo, que “entrevista” 1500 pessoas de um universo de 209,3 milhões de brasileiros, o DataFolha vem empurrando goela abaixo dos menos avisados que o instituto, a Folha de São Paulo e a Rede Globo, são os únicos instrumentos nos quais os brasileiros devem acreditar cegamente.

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