DEGRADAÇÃO INSTITUCIONAL !“CÓDIGO DE ÉTICA NO STF DURANTE O GOVERNO  DO PT ESCANCARA A CRISE MORAL DO PAÍS”

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O simples fato de o Supremo Tribunal Federal discutir a implantação de um código de ética para seus próprios ministros já revela uma grave distorção institucional. Em uma democracia saudável, ministros da mais alta Corte não precisam ser lembrados, por meio de cartilhas, sobre princípios básicos como imparcialidade e decoro.

Nos últimos anos, sucessivos episódios envolvendo relações entre integrantes do Judiciário, escritórios de advocacia, bancos e partes interessadas em processos judiciais levantaram questionamentos legítimos sobre conflitos de interesse. Ainda que alguns vínculos sejam tratados como formais ou legais, permanecem eticamente inaceitáveis. Justiça não pode apenas ser imparcial — precisa parecer imparcial.

Esse cenário se agrava no atual contexto político. O governo do PT, comandado pelo ex-presidiário Luiz Inácio Lula da Silva, carrega um histórico marcado por escândalos como mensalão, petrolão e Lava Jato, com prejuízos bilionários a estatais e empresas públicas. É nesse ambiente que o Supremo tem assumido protagonismo político, frequentemente extrapolando os limites constitucionais.

A criação de um código de conduta soa como cortina de fumaça. A Constituição já estabelece regras claras. O problema não é a falta de normas, mas a ausência de compromisso com elas. O que se vê é um Judiciário que se coloca acima da lei, protege aliados e contribui para a impunidade.

Quando ministros passam a interferir diretamente nos rumos do país sem voto popular, a democracia se fragiliza. Nenhuma cartilha de ética resolverá isso sem limites, transparência e responsabilização. Um Supremo que precisa ser lembrado de agir com ética já não cumpre plenamente seu papel constitucional.

Com esse time no comando em ano de eleição, vale o ditado “ o pior está por vir”!

A DIREÇÃO

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