DESGLOBALIZAÇÃO

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De repente o mundo globalizado que conhecemos, e que fez mudar os costumes dos habitantes deste planeta, se deteriorou.

Tudo por causa do Coronavírus, o mal que atingiu o mundo, se espalhando com uma velocidade espantosa, graças justamente a globalização.

De setembro ou outubro do ano passado, até os dias atuais, foram menos de seis meses para que fronteiras fossem fechadas e cada um cuida, como pode, dos problemas causados pelo vírus que veio da China, embora queiram uns e outros, hipocritamente, tentar tapar o sol com a peneira como se o mal não tivesse se originado por lá sem um comunicado ao mundo, quando muitos estragos já estavam sendo feitos.

Cada um, a esta altura, vai gerenciando sua maneira de viver em confinamento, cumprindo uma quarentena que estabeleceram como necessária, a fim de que evitemos contaminar o nosso próximo.

ATÉ QUANDO?

Os exageros são muitos e passam a preocupar tanto quanto o próprio Coronavírus.

Reclusos, muitos usam da internet e meios de comunicação para deixar ainda mais apavorados os seres humanos de um modo geral. Se insistirem que todos devem ficar em casa, quem vai fazer o pão que precisamos comer todos os dias? Ou arrumar as prateleiras dos supermercados para nos abastecermos?

Ou atender nas farmácias e hospitais onde vamos em busca de socorro?
Há limites para tudo e sabemos disso.

Mas a paranoia é tão grande no mundo todo que vamos engolindo certas coisas que não dá para acreditar estejam de fato acontecendo. Afastados fisicamente de Deus, embora a igreja ou o templo esteja dentro de cada um de nós, quem sabe passemos com a presente situação a entender o verdadeiro significado da mensagem” Amai-vos uns aos outros”.

– PRECISAMOS NESTE MOMENTO TER A MÁXIMA CAUTELA.

Os exageros se sucedem e, daqui a pouco, estaremos sujeitos a aceitar, pura e simplesmente, tudo aquilo que nos transmitem pelos diferentes meios de comunicação.

São muitas as mensagens, difíceis de serem todas absorvidas em tempo hábil e com o discernimento total.Ninguém sabe mais do que ninguém, de nós mesmos, e do conforto que precisamos pessoalmente, sendo exagerados determinados cuidados com que uns e outros, desculpem, querem nos empurrar goela abaixo.

Um comportamento não é igual ao outro, existem limites e a liberdade de decidir aquilo que queremos não pode ser motivo para que outros decidam sobre nossa existência.

Respeitemos uns aos outros, principalmente nesta hora em que é preciso parar e pensar, parar e pensar, parar e pensar antes de falar ou de nos comportarmos em relação ao próximo.

Do contrário, voltaremos ao tempo das cavernas em que os seres humanos viviam como verdadeiros animais, sem o respeito de um para o outro e preocupado unicamente com a sua própria sobrevivência.

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