O que claramente acontece hoje é um conflito entre alguns Ministros do Supremo Tribunal Federal e o povo brasileiro que elegeu por voto direto o atual Presidente da República.
Com efeito, pelo menos três Ministros insistem em desqualificar o Presidente e mais do que isto desafiá-lo consuetudinariamente para um embate, como se isto fosse legal e moral!
Na terça-feira (07) Jair Bolsonaro mais uma vez levantou o cartão amarelo, com um diferencial. Alertou para o fato de que é o Chefe Supremo das Forças Armadas e que por consequência as decisões a serem tomadas em relação a autêntica sublevação da ordem, portanto quebra da divisão tripartite de poder, patrocinada pelos Ministros é responsabilidade moral e dever funcional dele. Foi claro e objetivo. Ainda uma vez conclamou a necessidade do apoio popular para qualquer atitude que o remeta a uma decisão que recomponha a ordem constantemente desafiada e transgredida pelo Supremo Tribunal Federal.
Como se sabe, em 7 de setembro o povo foi à rua de forma maciça e disse sim ao Presidente. Lembro que os atores eram os mesmos com ênfase menor para Edson Fachin, e destaque maior naquela fase para Rodrigo Barrozo e Alexandre de Morais. No período IL Padrino de Morais, o ex Presidente Temer Lulia, em nome da Constituição interveio e jogou areia no fogo!
Soe ocorrer que nada, mas nada mesmo mudou no comportamento dos membros da Corte, que insistem em inviabilizar o mandato presidencial na forma em que decidido pelo povo em 2018.
Desde recuperar um convicto da Justiça, e sustentar sua viabilidade eleitoral a intervir de forma direta na liberdade democrática de cidadãos os Ministros tem se aprofundado na sua jornada anti democrática.
Cumpre nesta etapa, lembrar-se das estratégias antiquíssimas, mas de resultado indiscutível, tipo “culpe os outros do que você faz”, e “uma mentira repetida em verdade se transforma”.
Nada se compara, contudo a estratégia de implantar a censura. Atividade a qual os Ministros se dedicam inclusive e especialmente construindo jurisprudência mediante julgamentos pautados em inovações e construção doutrinaria embasada em silogismos de premissas falsas.
O resultado deste confronto é imprevisível e cada vez mais parece inevitável que se aprofunde em prejuízo do atual estado democrático. Assinalo que não completei com “de Direito”, porque há fratura na divisão tripartite de poder como enfatizo e evidencio nas linhas deste comentário. Destaco que o Presidente usa de forma repetida a expressão “jogo nas quatro linhas” que são as linhas da Constituição.
Quem confronta a Constituição em sua Seção II artigos 101 e seguintes são os Ministros que insistem em não seguir o seu comando, em especial nos limites de seus deveres e direitos.
Valho-me aqui de um episódio recente da vida nacional e da narrativa construída pela esquerda Lullista que pretendeu e ainda pretende transformar o Presidente em responsável pela pandemia e suas consequências nefastas. A narrativa leva os fanáticos a pronunciar a palavra genocida em referência ao Governo que vacinou uma população inteira ao tempo em que cuidou dos hipossuficientes. Narrativa que os afasta do Consórcio Nordeste dos petistas (sempre eles) ora investigados e processados por peculato orquestrado por Governadores sob a batuta de um meliante de nome Gabas! Que lembro por oportuno ter sido o sujeito que fraudou a Previdência ao aposentar Dilma Rousseff. Lembro mais que a Polícia Federal apreendeu 100 relógios em operação na residência dele! Parametrizando relógios similares ao que Lulla ostenta no pulso.
Faço este destaque último como profilaxia para o discurso dos Ministros ativistas de esquerda que certamente buscarão culpar o Presidente pelas consequências que se avizinham celeremente em razão de seus atos e decisões tão nefastas ao Estado de Direito!
AFINADOS NO DISCURSO DE REGULAMENTAÇÃO DA MÍDIA. LULLA E OS MINISTROS.
Na quarta-feira (08), Lulla da Silva veio a público pela primeira vez depois de oficializar seu pré programa econômico que poderia chamar-se atrase o País mais cem anos em quatro.
Tratou desta feita de seu mantra atual que a regulamentação da mídia, a saber oficializar a censura prévia como fazem seus aliados, a saber todos os ditadores da América do Sul.
O que me causa profunda indagação e a passividade bovina que ostentam os seus seguidores de esquerda incrustrados nas redações dos veículos de comunicação. Imagino como eles pensam sobreviver com as redações, blogs e outros tipos de veículos fechados por conta da censura prévia que lhes será imposta pelo governo ditatorial e raivoso do que se anuncia repetitivamente censor.
Sei que uma parcela enorme deles pensa que com ele os bons tempos da mamata de grana de inúmeras empresas, em especial Itaipu, voltarão!
Que a grana fácil para bajular o Partido será inesgotável como nos anos de PT foi! Ledo engano. Se a patuleia ler e se aprofundar no que acontecera com a tal regulamentação proposta talvez seu entusiasmo infantil arrefeça!
REGIONAIS
MUDA O QUADRO. MORO NO PÁREO!

Moro por decorrência de seu impedimento na pauliceia volta aos rincões paranaenses. Com ele altas indagações. A primeira delas de ordem legal e nos remete a contradição do TRE de São Paulo.
Com efeito, de um lado negam a possibilidade de domicílio ao advogado e a concedem a advogada Dra. Rosangela, sua consorte (cônjuge) com que é de conhecimento público mantém uma família muito bem alicerçada e construída. Justiça cega certamente, mas neste caso de cegueira seletiva.
Faz bem o Dr. Sérgio de não recorrer da estapafúrdia, porquanto tal atitude atrasaria ainda mais qualquer plano ou estratégia política pessoal.
QUADRO
Acho extremamente inadequado, senão desrespeitoso o que acontece nesta quadra política regional. O cidadão mal recebeu a notícia que seu domicílio eleitoral foi negado e as elucubrações começaram.Tenho certeza que a decisão do advogado qualquer que ela seja, será tomada no seu devido tempo. Claro que sob o ponto de vista meramente especulativo Moro tem condições de oferecer seu nome para qualquer postulação a cargo eletivo em 2022. Importante frisar que no partido em que se filiou sobra-lhe tempo eleitoral e dinheiro certamente não lhe faltará.
QUADRO COM O PARTIDO
Moro enfrenta um grande problema interna corporis, todavia, pois está sob o comando de Fernando Francischini que é renomado comerciante político. Como acomodar os interesses de um e de outro? Entendo que mais difícil do que enfrentar os adversários será para Moro dançar bolero com Francis.
SENADO
Tenho a impressão que nos majoritários a emoção esta reservada para o quadro nacional onde há um efeito acirramento e regionalmente para a disputa ao Senado. Explico: sob o ponto de vista da disputa ao Governo há uma enorme vantagem para Ratinho Jr. e o seu único adversário até então viabilizado não empolga o eleitor.
Já em relação ao Senado há prenuncio de disputa mais interessante. Claro, ate então Álvaro ponteia e no horizonte aparece Paulo Martins que representa o futuro.
O MDB ainda é uma incógnita porquanto não definiu apoio de forma clara a Pessuti.
Há quem diga que no PDT há um fogo baixo que pode se aumentar caso o cenário sofra algum novo impulso. Pelos lados do PT parece definitivamente decidido que o Dr. Rosinha empunhará a bandeira. E um homem de bem e pode surpreender mercê apoio de Lulla!
ORAÇÃO DE OGIER BUCHI
Pelo bem da democracia brasileira. Amém