Transformado em alvo desde que venceu as eleições presidenciais em 2018, Jair Bolsonaro vem sendo constantemente colocado contra a opinião pública manobrada, entre outros, por dois veículos de comunicação que fazem hoje o serviço que no passado era cumprido por Lula e pelo PT.

Inconformados com o resultado eleitoral e um governo que provocou mudanças que contrariam os poderosos interesses de dois grandes grupos na área da comunicação, o governo federal passou a ser alvo de um esquema que, diariamente, encontra meios para jogar a opinião pública contra o chefe da nação.
Sentindo pela frente alguém com pavio curto, como é Bolsonaro, dentro do seu estilo, tanto a Globo quanto a Folha de São Paulo vão orquestrando um esquema que confunde os menos avisados em relação aos fatos que estão acontecendo, principalmente nesta hora da crise do Coronavírus.
Com o Jornal Nacional da Rede Globo, e até pesquisas por telefone que deixam o cheiro de encomenda, tanto um quanto o outro conhecido veículos de comunicação, que viraram imprensa da oposição contra o governo, um clima de constante provocação é feito contra o Presidente Jair Bolsonaro que nunca fugiu as provocações e alimenta ainda mais o ódio dos responsáveis por estas campanhas difamantes.
Criando um clima para promover constantes panelaços pelo país, a fim de causar a impressão de que Jair Bolsonaro perdeu o prestígio de todos os seus milhões de eleitores, a Globo faz de tudo para causar um ambiente de tensão que vai deixando cada vez mais irritados os brasileiros que há algum tempo cansaram desta ditadura de comunicação que a dita rede, e o jornal paulista, armaram contra o governo.
Mas, afinal, quais os interesses que movem tanto a Globo quanto a Folha de São Paulo nesta constante campanha de difamação do Presidente da República?
Dívidas e muito dinheiro, seriam os motivos?
As especulações se misturam desde o momento em que o Presidente Jair Bolsonaro fechou os cofres públicos que abasteciam oficialmente estas duas organizações nacionais que desde os tempos do PT nadavam de braçada no Tesouro Nacional.
Para completar, dívidas altas que teriam sido anunciadas sem as vantagens de outros tempos, estariam entre os motivos desta contrariedade tanto de um quanto de outro veículo de comunicação segundo os comentários que se espalham nesta área de mídia.
Seja qual for o motivo de tanta contrariedade, que se completa com a expectativa da Rede Globo em relação a sua concessão que precisa ser renovada nos próximos dois anos, a grande verdade é que o povo brasileiro precisa ser devidamente esclarecido sobre os verdadeiros motivos que ditam os comportamentos tanto da Folha de São Paulo com suas pesquisas DataFolha e comentários reacionários ao Presidente, quanto em relação a Globo que vem sentindo no crescimento de audiência de outras redes, como Record, SBT, Bandeirantes e Rede TV, um esvaziamento cada vez maior de patrocínios, principalmente aqueles oficiais do governo, que não mais engordam os negócios da Família Marinho como sempre aconteceu até os últimos governos nacionais.
Acabar com esta ditadura de comunicação que a Globo, principalmente, impôs ao país há muitos anos, é hoje uma tarefa não apenas do governo, mas principalmente dos telespectadores brasileiros.