O PL do Paraná não faz mais questão de esconder o incômodo que é a candidatura da jornalista Cristina Graeml (União Brasil) ao Senado. Nos bastidores, o nome dela passou a ser tratado como um problema a ser contornado e rifado dentro da estratégia da direita para 2026.
A má vontade tem origem nas eleições municipais de 2024, quando Cristina explorou a imagem de um encontro com o ex-presidente Jair Bolsonaro em Brasília para sugerir apoio político, o que acabou criando ruído na campanha de candidatos alinhados ao PL e ao PSD em Curitiba. À época, a atitude foi vista como oportunismo político e gerou irritação entre aliados do bolsonarismo no estado.
Nos bastidores, o recado de Flávio Bolsonaro é direto com relação a jornalista censora e oportunista segundo os apoiadores. Ao lado do nome de Cristina em anotações de articulação política aparece a frase que resume o clima: “não dá, atrapalha Filipe Barros”.