O pré-candidato do PSD ao Governo do Paraná, Sandro Alex, destacou na noite desta segunda-feira (20) a redução de 87,5% no desmatamento da Mata Atlântica entre 2020 e 2025 em território estadual e reforçou o compromisso com a continuidade da fiscalização.
De acordo com o Sistema de Alertas de Desmatamento (SAD) Mata Atlântica, desenvolvido pela Fundação SOS Mata Atlântica, MapBiomas e Arcplan, a área total de supressão vegetal do bioma no Estado diminuiu de 3.298 hectares (ha) para 411 hectares no período.
Proporcionalmente, o Paraná alcançou o terceiro melhor desempenho do Brasil nesse intervalo, atrás apenas do Rio Grande do Sul (-92,6%) e de São Paulo (-88,7%) – no País a queda no desmatamento foi de 59,6%.
“Nós alcançamos esse resultado porque fizemos um trabalho dedicado ouvindo os técnicos e priorizando investimentos. O Governo do Paraná implementou inteligência geográfica para garantir redução no corte de árvores, colocou um helicóptero à disposição do Instituto Água e Terra e aumentou o trabalho da Polícia Ambiental. Isso é pensar grande, pensar no futuro e pensar nas próximas gerações”, afirmou Sandro Alex.
Ele destacou o uso de imagens de satélites históricas e plataformas de monitoramento que emitem alertas de desmatamento quase que diariamente. O Estado tem hoje acesso a três plataformas em busca de irregularidades. A mais recente dessas ferramentas é a Rede MAIS, cujo termo de adesão ocorreu em 2023, junto à Polícia Federal. Ela funciona como uma rede colaborativa que fornece imagens em alta resolução em tempo real.
Sandro Alex também destacou outras iniciativas verdes da gestão que, segundo ele, vão ganhar ainda mais peso em uma eventual sucessão, de olho na resiliência frente às mudanças climáticas. O pré-candidato defendeu programas de saúde única para animais domésticos, ampliação dos atendimentos para a fauna silvestre e busca pelos compromissos assumidos no planejamento ambiental.
“O Paraná tem o ICMS Ecológico por Biodiversidade, implementou um instrumento de apoio ao plantio de mudas de espécies nativas, com 13 milhões distribuídas, tem melipolinários em parques urbanos para garantir o trabalho natural das abelhas, e implementou novas unidades de conservação, preservando matas e áreas nativas”, disse. “Vamos continuar trabalhando a questão ambiental de maneira técnica e orientada pelos profissionais”.