Entre Urnas e Gramados: O Brasil em Campo em 2026!

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O ano de 2026 será decisivo para o Brasil dentro e fora dos gramados. Enquanto a Seleção entra em campo na disputa da Copa do Mundo, o país viverá uma das eleições mais estratégicas de sua história recente, com impactos profundos no futuro político nacional e, especialmente, no Paraná.

CENÁRIO NACIONAL: O FIM DA POLARIZAÇÃO?

No plano federal, cresce a pressão por uma ruptura definitiva da polarização entre Lula e Jair Bolsonaro, que domina o debate político há quase uma década. Bolsonaro está inelegível e, segundo decisões do Judiciário, impedido de disputar novas eleições. O ex-presidente, hoje preso e acusado de tentativa de golpe de Estado, foi declarado inelegível até 2060 por decisões do STF — um marco que redefine o tabuleiro eleitoral da direita brasileira.

A manutenção dessa polarização interessa a poucos e cansa muitos. Críticos apontam que o embate permanente entre lulismo e bolsonarismo beneficia setores específicos, como grandes conglomerados de comunicação. A Rede Globo, por exemplo, voltou a receber cifras bilionárias em verbas publicitárias públicas desde o retorno de Lula ao Palácio do Planalto, em 2023, reacendendo o debate sobre concentração de poder e influência na narrativa política nacional.

RATINHO JR. E O XADREZ PRESIDENCIAL                                                                                                                                                                                               Nesse cenário, o governador do Paraná, Ratinho Junior, entra em 2026 como uma das figuras centrais do debate político. Com altos índices de aprovação e uma gestão bem avaliada, Ratinho surge como possível nome da ala de direita para disputar a Presidência da República, caso haja consenso.

Entre os nomes mais fortes do campo conservador estão também Tarcísio de Freitas, Ronaldo Caiado e Flávio Bolsonaro. A definição passará por alianças partidárias e pela capacidade de apresentar um projeto que supere a lógica da polarização extrema, hoje vista como um entrave ao desenvolvimento do país. Michelle Bolsonaro deverá disputar o senado em Brasília e o filho Carlos Bolsonaro em Santa Catarina.

PARANÁ: SUCESSÃO EM CONTAGEM REGRESSIVA

No Paraná, 2026 marca o fim de um ciclo. Ratinho Junior entra em contagem regressiva para definir seu sucessor no Palácio Iguaçu. A indicação deve sair de dentro do PSD, partido do governador, com dois nomes despontando como favoritos: o deputado Alexandre Curi e o secretário das Cidades, Guto Silva. Nos bastidores, o nome do ex-prefeito de Curitiba, Rafael Greca, aparece como possibilidade para compor a chapa, especialmente em uma eventual vice-governadora.                                                                                    Pesquisas internas e externas indicam que Ratinho Jr. mantém capital político suficiente para transferir votos ao seu escolhido. Até o momento, Alexandre Curi aparece como o nome mais forte nesse cenário   e que pode chegar até Sergio Moro, atual líder das pesquisas, mas que não tem um grupo estruturado no estado e pode até sofrer uma cassação armada no STF.

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