Depois de fazer juras de amor para com a cidade de Curitiba e com o clube, o até então Diretor Luís Felipe Scolari, deixou o Clube Athlético Paranaense, causando danos profundos no time rubro negro. Além de sair, Felipão causou as demissões de Paulo Turra o técnico e do auxiliar Carlos Pracidelli. Coisas do futebol? Sim, porque muitos clubes demitem treinadores ou auxiliares sem aviso prévio. A surpresa está no fato de que Scolari, em entrevista ao GE, declarou que gostaria de ter chegado antes em Curitiba, cidade de primeiro mundo e de um povo bom, cordial e amigo. Disse também se conhecesse Curitiba anos antes, teria feito investimentos financeiros diante o encantamento que a gente paranaense lhe causou.
Felipão, falou sempre em PACTOS firmados com o presidente do clube Mário Celso Petraglia, os quais seriam honrados até o final. Não foi o que aconteceu. Pactos rompidos.
Claro que o dinheiro falou mais alto, superando o falso amor pelo clube, pela cidade e pela torcida atleticana. Scolari só deixaria o administração do futebol vermelho e preto, caso houvesse uma proposta “das arábias” na base de “pétros dólares”. Não precisou tanto. Uma proposta do Atlético Mineiro para seu retorno ao campo de jogo, como treinador, foi o suficiente para aflorar a vaidade do velho e competente técnico campeão do mundo.
Felipão não é insubstituível, mas sua saída e a de Paulo Turra geraram prejuízos enormes ao time que está brigando na Copa Libertadores da América, Copa do Brasil e no brasileirão. Deixou a bomba nas mãos de Wesley Carvalho, que vai desempenhar a função interinamente. Para os dirigentes atleticanos além da decepção causada pela ruptura dos pactos, ficou o “pepino” de escolher um novo técnico. É trocar de pneu com o carro rodando. Muito difícil. Nomes como o de Cuca e de Rogério Ceni apareceram na mídia, sem qualquer conversa com dirigentes com o clube. Resta aguardar, e que o melhor seja feito.
O Athletico foi derrotado na quarta-feira (21) pelo São Paulo, por 2 a 1, deixou o G8. Neste sábado (24) o Furacão receberá o Corinthians e depois vai a São Paulo pegar o Palmeiras, precisando somar pontos. No mês de julho, entra na disputa das oitavas de final da Copa do Brasil, jogando a primeira partida no Maracanã contra o Flamengo.
Lamenta-se a decisão de Felipão, manchando a sua bela imagem criada pelo seu trabalho no Athlético. Futebol é isso aí. Amor, compromissos, pactos com um clube são coisas do passado. Hoje o que vale é dinheiro. O resto é saudade.
ATÉ QUANDO?
Ser diretor, técnico ou jogador de futebol no Brasil, parece que está muito complicado. As chamadas “ORGANIZADAS” estão passando dos limites. No Paraná, os resultados negativos do Coritiba, hoje lanterna do brasileirão, deixam os torcedores irritados. Organizada do Coxa, foi até o CT BAYARD OSNA para exigir mais empenho dos jogadores e ações do técnico Antônio Carlos Zago e dos dirigentes alviverdes em busca da primeira vitória. Em São Paulo os corintianos aborrecidos com a desastrosas campanha do Timão, foram ao CT Joaquim Grava e com veemência cobraram resultados. No Rio de Janeiro, as organizadas do Vasco da Gama também entraram em ação. Outras torcidas das séries A, B, C e D empalhadas pelo Brasil, visitaram os centros de treinamentos dos seus clubes objetivando colocar as equipes nos trilhos.
Até aí tudo normal. Porém, o que aconteceu na terça-feira (20) e na quarta-feira (21) em Santos, é inaceitável. Torcedores quando da chegada da delegação do Corinthians na cidade, atacaram o ônibus, além de ofensas aos membros da deleção. Na noite do jogo, o Corinthians marcou 2 a 0 no tempo inicial e manteve o resultados. Os torcedores do Santos passaram a jogar bombas, rojões e sinalizadores dentro do gramado, buscando atingir o goleiro Cássio do Corinthians ou outros jogadores. Atitude que levou o árbitro Leandro Pedro Vuadem encerrar a partida aos 44 minutos, depois de ouvir do policial que não havia condições de segurança para a continuidade da partida.Jogadores do Corinthians saíram correndo para o túnel e os do Santos ficaram por mais de 10 minutos no centro do campo, aguardando oportunidade para se encaminhar ao vestiário. O vandalismo não é de hoje. Torcedores já foram mortos, estádios depredados, veículos destruídos, pessoas feridas e pouco ou quase nada se fez. ATÉ QUANDO, os vândalos, bandidos entrarão em estádios com porretes, bombas, rojões e armas brancas? Será que estamos esperando ver crianças, mulheres, idosos feridos e mortos. Continuamos aguardando punições. ATÉ QUANDO?
FESTA AFRICANA EM CIMA DA SELEÇÃO BRASILEIRA
Foi um “passeio” que a seleção do Senegal deu no selecionado brasileiro no amistoso de terça-feira em Lisboa. 4 a 2 sobrando. O time brasileiro se perdeu sem as presenças de Casemiro e Rodrigo e, os senegaleses comandados por MANÉ colocam o Brasil na roda e fizeram o 4 a 2 com todos os méritos.
Dizem os mais sábios que “É NA DERROTA QUE SE ENCONTRA O CAMINHO PARA GRANDES VITÓRIAS”. Será? Estamos preocupados com a seleção pelo trato que a CBF vem dando na contratação de um novo técnico. As notícias veiculadas pela Sportv dão conta que o presidente Ednaldo Rodrigues acertou a contratação do italiano CARLO ANCELOTTI para assumir nosso selecionado em 2024. Absurdo! O Brasil tem mais seis jogos até o final do ano, incluindo partidas pelas eliminatórias da Copa do Mundo 2026. Começamos contra a Bolívia aqui, depois o Peru em Lima, de 4 a 12 de setembro. Brasil x Venezuela e Uruguai x Brasil no período de 9 a 17 de outubro, Colômbia x Brasil e Brasil x Argentina e 13 a 21 de novembro. As datas estão definidas pela FIFA. Resta a CBF definir os locais dos jogos que serão disputados no Brasil. O mais importante é definir que será o treinador, nem que seja “tampão”. Os jogadores precisam ter um comando.Até agora sabe-se que Ramon Menezes vai continuar como interino, preparando um time para entregar em 2024 para Carlo Ancelotti. Não podemos esquecer que Ramon Menezes é o treinador da seleção sub 20 e provavelmente da pré-olímpica, que vai estar disputando o torneio classificatório para os Jogos Olímpicos. O referido torneio deverá ser na Venezuela em janeiro/fevereiro de 2024.Persistir com Carlo Ancelotti para 2024, não nos parece ser o melhor caminho. A seleção precisa ser levada a sério!!
RODADA DO FIM DE SEMANA DA “SÉRIE A”
