Um sonho de voltar à vida pública estava sendo alimentado desde que foi rejeitado nas urnas em 2018 e voltou a ser cogitado em março de 2022 quando foi lançado ao governo do estado do Paraná pelo Partido dos Trabalhadores.
Buscando viver, mais uma vez, à custa do erário público onde poderia empregar quase toda a família novamente era tudo que desejava Requião Mello e Silva.
Incoerente com seus discursos agitados com a Carta de Puebla, debochados e escandalosos, fazendo aquele tipo que agrada uns e outros porque quando chegava tumultuava o ambiente político quase sempre a espera de algum fato novo, era o meio que encontrava de estar constantemente nas manchetes. Nem que para isso tivesse que comer sementes de mamona na frente do Presidente, aparecendo na televisão na maior cara de pau.
Esse é o Roberto Requião cujo nome deveria ser incoerência, embora muitos não o percebesse e continuavam a alimentar o sonho tresloucado, que o identifica de destruir o que fazem governos anteriores ao seu, destruindo imagens do Paraná em desenvolvimento e criando por aqui um cenário cubano ou venezuelano que melhor se adapte a seus interesses.
Depois de enganar o povo paranaense na última vez em que foi governador, alimentando o discurso manjado do “Abaixa ou Acaba, em referência ao pedágio, voltou em 2022 para aproveitar o ambiente criado pelo PT que não conseguia fazer um palanque no Paraná e tirar do ostracismo o ex-senador.Ele aceitou e se sujeitou ao vexame.
Nepotista desde o primeiro mandato, sem nunca ter trabalhado fora senão construído uma vida graças ao dinheiro público em seus diversos mandatos de vereador a deputado, de governador a senador, Roberto Requião está muito preocupado, pois não foi nem chamado para a equipe de transição.
Sentado em frente a sua casa no Bigorrilho, olha pela janela na esperança de que chegue logo um chamado de Brasília, na ânsia de mais uma vez, talvez arrastar a parentada de volta ao governo, pois para alguns já existe a promessa já cantada em prosa e verso por Lula e companhia quando estiveram por aqui para lhe fazer a oferta da candidatura ao governo.
DOIS OBJETIVOS :
Com dois objetivos atingidos que era reeleger o filho Mauricinho como deputado estadual e um estranho retorno do irmão Maurício Requião como conselheiro do Tribunal de Contas após 13 anos, coincidentemente logo após aceitar o desafio de concorrer ao governo do estado pelo PT, o famoso boquirroto esperava o chamado para integrar a transição do governo Lula, mas até agora nada!
E o pior nem foi cogitado como representante do Paraná no grupo em Brasília por Geraldo Alckmin ou Gleisi Hoffmann.
Como a esperança é a última que morre, Requião ainda aguarda com muita ansiedade a indicação de um belo cargo em algum órgão do governo em Curitiba ou até um conselho da Itaipu para ser bem remunerado pelos serviços prestados mesmo sofrendo uma derrota acachapante para Ratinho Jr. nas urnas paranaenses.
Em meio às incoerências praticadas ao longo de uma carreira política, garantindo sempre o emprego público para a família, o ex-senador paranaense continua a fazer críticas ao atual governador nas redes sociais para estar diariamente nas manchetes daqueles que se iludem com seu estilo tragicômico
A única coisa certa é que o sonho de retornar a Granja do Canguiri para ali, mais uma vez, abrigar seus cavalos e a tropa que o anima fazendo-o acreditar-se um Deus da política paranaense e brasileira, isto já não será mais possível. O povo acordou e demonstrou nas urnas a insatisfação com o petista por conveniência…