A JBS comprou dólares em grandes quantidades antes do fechamento do mercado de terça-feira, 16. Na quinta-feira, 18, aós a notícia de que Joesley Batista, um dos controladores do frigorífico JBS, gravou Michel Temer concordando com pagamentos para manter o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha, que está preso, o dólar futuro disparou a, atingindo o limite máximo de R$ 3,43.
Em nota, a JBS se defende e cita como a variação do dólar entre 31 de março e 18 de maio -a moeda passou de R$ 3,16 para R$ 3,40- impactaria suas operações, provocando um prejuízo superior a R$ 1 bilhão.