LAVAJATO GATE:  QUEM VAI EMBARCAR NA CANOA DA LAVAJATO?

LAVA GATE ARTE

O segundo semestre começou indigesto para o Senador “sub-Júdice” Sérgio Moro (União Brasil).
Depois de quase seis meses produzindo pouco para o Paraná – a única atividade a que se dedicou foi o bate-boca com Lula e o petismo, Sérgio Moro começa a ver luz no final do túnel.
É o TREm!
O Tribunal Regional Eleitoral, sob nova composição,  que vai começar a julgar as ações de investigação eleitoral propostas pelo PL de Bolsonaro e o PT de Lula.
O universo político dá como certo o processo de cassação, pela robusta quantidade de evidências colecionadas pelo advogado Luís Felipe da Cunha, “longa manus” do senador agora “sub-Júdice”, que também é alvo na investigação eleitoral.
Mesmo assim, o senador Moro (e sua trupe de 3 )continua perambulando os quatro cantos do Paraná atrás de políticos desavisados ou empresários que não se conectam com o que está acontecendo na arena da política.
A peregrinação leva a cantilena Moro 26, embalada em pesquisas que apontam o ex-juiz como imbatível ao Governo do Estado.
Até o submergível Titan, que implodiu há poucos dias, era mais confiável que o discurso da articulação política de Moro.                                                                                                                                                                          A tendência é a que a tripulação exploda politicamente com a LAVAJATO GATE que já mira o IML POLÍTICO DO TSE em Brasília, juntamente com assessores conhecidos como os donos da verdade.

Relembrando a matéria de 11/06/2019 do jornal GGN que destacou a reputação do juiz que já estava em desmanche em função das revelações das conversas entre Moro e o ex-deputado federal cassado Deltan Dallagnol.

SERÁ QUE A IMPRENSA FRANCESA JÁ TINHA UMA PREMONIÇÃO?

Imprensa francesa: “Lava Jato gate” mancha ainda mais a imagem de Moro

A “Lava Jato gate” é destaque na imprensa francesa nesta terça-feira (11). Para Le Monde, a revelação de conversas entre o ex-juiz Sérgio Moro e o procurador Deltan Dellagnol “mancham um pouco mais” a imagem de Moro.                                                                                     O diário ressalta que a reputação do ex-juiz é cada vez mais contestada “desde que ele entrou para o governo de extrema direita de Jair Bolsonaro”, após ser o “xerife” que protagonizou a “queda” do ex-presidente Lula em pleno período eleitoral. A troca de mensagens, divulgada pelo site Intercept, sugere que as investigações se orientaram para impedir o retorno ao poder do “herói” da esquerda, escreve Le Monde.                                                                                

   Os conselhos diretos de Moro aos investigadores afrontam a Constituição. Além disso, as conversas reveladas entre os procuradores da mais importante operação contra a corrupção já realizada no Brasil indicam que eles queriam impedir a volta do PT ao Planalto.

VEM COISA PIOR NA LAVA JATO?  MPF DO PARANÁ SERÁ ALVO DE CORREIÇÃO

Depois da cassação do mandato de deputado federal Deltan Dallagnol, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), da correição extraordinária feita pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na 13° Vara Federal de Curitiba e nos gabinetes dos desembargadores da 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), agora é a vez do Ministério Público Federal (MPF).

Em comum, todos tem relação com a operação “Lava Jato”.

A Corregedoria Nacional do Ministério Público vai realizar na semana que vem, entre os dias 12 e 14 de julho, correições extraordinárias em unidades do Ministério Público Federal do Paraná, do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul. A intenção é apurar o funcionamento e a regularidade dos serviços funcionais, especialmente na atuação perante os processos  judiciais e administrativos relacionados à operação “Lava-Jato”.

Aqui no Paraná, a correição acontece na Procuradoria do Ministério Público Federal com atuação junto à 13ª Vara Federal de Curitiba, que julgou os processos da Lava Jato em primeira instância. No Rio Grande do Sul, o “pente-fino” será nas unidades da Procuradoria Regional da República da 4ª Região que atuam junto à 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4).

   No Rio de Janeiro, o pente fino será no 8º Ofício da Procuradoria da República, que atua junto à 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, que era chefiada pelo juiz Marcelo Bretas — que assim como o ex-juiz federal Sergio Moro, hoje senador da República, teve destaque durante as inúmeras fases da Lava Jato.

Bretas foi o braço carioca da Lava Jato. Entre os condenados por Bretas está, por exemplo, o ex-governador Sergio Cabral, com penas que somam mais de 400 anos de prisão. O juiz carioca mandou para a cadeia gente importante como empresários, doleiros, deputados, o ex-governador Luiz Fernando Pezão e até o ex-presidente da República Michel Temer.

Bretas, no entanto, foi afastado das funções de juiz no início deste ano pelo Conselho Nacional de Justiça por supostos desvios de conduta, revelou esta semana o Blog Politicamente.

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