MAMATA NA FAMÍLIA REQUIÃO! MAURÍCIO REQUIÃO RECEBE R$ 8,5 MILHÕES  SEM TRABALHAR NO TRIBUNAL DE CONTAS

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VERGONHA! VERGONHA! VERGONHA!

Enquanto milhões de brasileiros precisam acordar cedo, cumprir jornada, bater ponto e entregar resultados para garantir o salário no fim do mês, uma decisão judicial no Paraná escancara mais um episódio que distancia o poder público da realidade do cidadão comum.

O Tribunal de Justiça do Paraná autorizou a liberação de cerca de R$ 8,5 milhões em salários atrasados ao conselheiro do Tribunal de Contas do Paraná, Maurício Requião, irmão mais novo de Roberto e tio do deputado estadual Requião Filho (PDT). O pagamento refere-se aos 13 anos em que ele ficou afastado do cargo por decisão do Supremo Tribunal Federal, sem cumprir nenhum horário e aparecer no tribunal para dar alguma sentença ou votação.

A decisão foi assinada pelo desembargador substituto Anderson Fogaça, que autorizou a retirada do valor considerado “incontroverso” enquanto a disputa judicial sobre a natureza do pagamento — se remuneratória ou indenizatória — continua em andamento.

O problema não é apenas jurídico. É moral e simbólico. Para qualquer trabalhador comum, salário pressupõe trabalho: presença, expediente e responsabilidade. Quem não aparece no emprego simplesmente não recebe.

No caso em questão, porém, a lógica parece funcionar de forma diferente. Mesmo sem ter exercido a função durante mais de uma década, o conselheiro terá acesso a uma quantia milionária bancada com dinheiro público.

Enquanto isso, para o cidadão comum, a regra segue simples e implacável: sem trabalhar, não há salário. Mas, pelo visto, essa lógica nem sempre vale para todos dentro do sistema público.

E assim se reforça uma sensação cada vez mais presente no país: a de que existem dois pesos e duas medidas quando o assunto é dinheiro público.

NÃO TRABALHOU, NÃO GANHA!

Em fevereiro de 2025, uma de suas decisões, Gilmar Mendes suscitou no julgamento do STF em que ficou asseverado “que o pagamento de remuneração por períodos retroativos a servidor público, bem como os correspondentes efeitos funcionais, pressupõem o efetivo exercício do cargo, sendo indevida indenização pelo tempo em que o servidor aguardou solução judicial definitiva sobre sua situação funcional”. Ou seja, não trabalhou, não ganha.

Notou-se nos bastidores dos últimos anos que a linha de ação do atual presidente, o conselheiro Ivens Linhares, foi muito mais racional e também não teve a suspeita pressa que o ex-presidente Fernando Guimarães queria acertar a situação, no final de 2024, em fim de mandato e quitar todo o valor para o irmão de Roberto Requião.

PARANAENSES OS PATOS DA RODADA!

O que fica bem transparente para todos os paranaenses e que estarão pagando por um cidadão que mal pisou no trabalho e vai se abraçar nesta bolada!   

Ele vai se aposentar como comentam no Centro Cívico para abrir uma nova vaga no Tribunal de Contas?                                                                                                                                                                                                                                                                   

Os advogados que entraram com ação irão cobrar pelos honorários do trabalho desenvolvido em cima do valor pago ou do valor estipulado e acertado nessa sentença. Mas a pergunta que fica é se houver um reverso na decisão por outro juiz titular, mauricinho vai estar com a grana para devolver?

Os investidores que acreditaram nesse processo já festejaram na semana passada o carvão que vai pingar na conta?

Este será outro imbróglio se isso vier a ocorrer como levantou os advogados que entraram com ação e tentaram de todas as formas anular este pagamento.

HERANÇA MALDITA PARA O OPERÁRIO PADRÃO!

Uma verdadeira herança maldita que perdurou por 13 anos voltou a atormentar o Centro Cívico na semana passada. O pagamento de R$ 8,5 milhões para Mauricinho, o mano caçula do ex-senador Requião e tio de Requião Filho (PDT), que foi afastado do cargo no TC em 2009 no governo Beto Richa, por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) foi reconduzido em outubro de 2022 às funções após decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ele agora recebe, de uma vez só, todos os salários e 13° salários desde 2009, uma alta quantia e desfrute desta mordomia que não é para qualquer cidadão.

ROBERTO REQUIÃO E O FILHO, O DEPUTADO REQUIÃO FILHO, CANDIDATO AO GOVERNO NAS ELEIÇÕES DE 2026 E, QUE SE ACHAM OS PALADINOS DA JUSTIÇA, ACHAM JUSTO ESTE RECEBIMENTO DA MORDOMIA?

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