Especialistas em direito eleitoral ouvidos pela coluna enxergam “fragilidades jurídicas” na manobra idealizada pelo senador Alvaro Dias (Podemos), que puxou o tapete de Cesar Silvestri Filho no PSDB.
Entendem estes juristas, que a legítima escolha da Convenção da Federação por Silvestri Filho não pode ser revista, sem razões, pelo Diretório Nacional, ainda que haja previsão estatutária.
Isso, pois além de regras e diretrizes não-violadas, está-se escolhendo candidato de outro partido em detrimento da própria agremiação.
Caso a manobra realmente se confirme, a Coligação Podemos/PSDB poderá sofrer impugnação, perder o tempo de TV e deixar o senador, no meio da campanha, com 20 segundos no rádio e televisão.