MENDONÇA TERÁ “CULHÃO ROXO”PARA IR ATÉ O FIM E NÃO VIRAR UM TEORI ZAVASCKI?

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As declarações do ministro André Mendonça nesta semana sobre o Caso Master chamaram atenção pela gravidade. Ao afirmar que os fatos investigados ultrapassam os limites dos tradicionais crimes financeiros e apresentam características compatíveis com estruturas de crime organizado e que teria sofrido ameaças de morte demonstram que o magistrado elevou o debate para um novo patamar de vingança. Mendonça foi claro a toda caterva de ministro que sempre presta serviços aos Partidos dos Trabalhadores que os braços de Vorcaro ainda estão agindo no Brasil como se fossem verdadeiras milícias e que muita coisa ainda está por vir.

Segundo o próprio ministro, as investigações revelam uma organização complexa, com ramificações que extrapolariam o ambiente corporativo e financeiro. A revelação de que sua segurança foi reforçada diante de possíveis ameaças aumenta ainda mais a repercussão do caso e a expectativa sobre os próximos desdobramentos.

Diante desse cenário, a pergunta que surge é: até onde André Mendonça conseguirá avançar na apuração dos fatos?                                                                                                                                                                           O confronto verbal entre Mendonça e Gilmar Mendes demonstrou que o caso está longe de ser apenas uma disputa jurídica comum, o semblante petista de defesa de Gilmar foi evidente de que tem mais coisas envolvidas do que se pensa.

COINCIDÊNCIAS DA MORTE DE TEORI

Este caso já se tornou um dos mais sensíveis em tramitação no Supremo Tribunal Federal e relembra tranquilamente muitas coincidências de que Teori Zavascki que morreu estranhamente quando estava sob sua relatoria na Lavajato interceptações telefônicas de processos de Lula, Dilma, Jaques Wagner e integrantes do PT. A principal delas é que com a morte de Teori quem assumiu a vaga no STF foi Alexandre de Moraes.

Ex-ministro do STF morreu em acidente aéreo em 2017, vindo de Paraty para o Rio de janeiro, em um avião de pequeno porte pouco depois de homologar primeiros acordos de delação premiada da Lava Jato de membros do PT.

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