MORO É O PRÓXIMO? O DEFUNTO POLÍTICO RESPIRA, MAS AS CARPIDEIRAS CHORAM PELA CASSAÇÃO!

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Depois de o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassar o mandato do ex-procurador e agora ex-deputado Deltan Dallagnol, a mira da artilharia pesada de desembargadores em Brasília mudou de rumo e agora é vez do senador Sérgio Moro (União-PR), também ser cassado após uma ação movida pelo PL de Jair Bolsonaro. Este é um novo processo que será desenrolado neste segundo semestre e serão as apostas dos adversários diretos do ex-juiz. Um ritual fúnebre do desmanche da operação Lavajato que será seguido de agora em diante, sendo que a pá de cal final será a prisão de Jair Bolsonaro após torná-lo inelegível.

 As frases de Lula da Silva (PT) na recente entrevista ao Portal 247, que desejava “FODER ESSE MORO” vêm sendo seguido à risca pelos ministros dos tribunais do TSE e STF, pois Deltan já foi de lambuja e agora tem outro indo ao rumo do “IML POLÍTICO” na capital federal. O ex-juiz da Lava Jato é alvo de um processo movido pelo PL no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) que o acusa de suposta prática de caixa 2 nas eleições. O PL se agarra na tese  dizendo que o caso é semelhante ao da ex-senadora Selma Arruda, que teve o mandato cassado em 2020 por gastos sem a devida contabilização. A ex-juíza, chegou a  ganhar o apelido “Moro de saias” pelo histórico de decisões em casos de corrupção em Mato Grosso. Políticos que foram alvos da Lava Jato são as carpideiras da alegria com a cassação de Dallagnol e torcem pela queda de Moro.

O QUE DIZ MORO

Nas recentes entrevistas já se nota que o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) sabe o que virá pela frente e afirma que o governo Lula vem construindo um clima de “continuidade da polarização”, que “favorece a perseguição da oposição”. O senador  diz divergir “respeitosamente” da decisão da corte eleitoral que cassou o mandato do deputado. Mas, segundo ele, há um contexto desfavorável por trás dela, pois o tribunal aplicou a lei, acho que fez uma interpretação incorreta da lei, não foi à melhor. Mas, no fundo, é esse contexto de cassação, de ameaça, de censura, isso não faz bem ao país”. 

O PROCESSO DE MORO NA MIRA DO TSE

O senador é acusado de caixa 2 pelo PL, partido de Paulo Martins, aliado de Jair Bolsonaro e foi justamente o candidato que ficou em segundo lugar na disputa no Paraná. Moro obteve 1,9 milhão de votos, pouco mais que o 1,7 milhão de Martins. Segundo a revista Veja, o questionamento se baseia no fato de que Moro tentou concorrer à presidência da República antes de disputar a cadeira no parlamento e sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto pelo Podemos teria sido um “estratagema pernicioso”para se beneficiá-lo na disputa ao Senado, que, alega o PL, que sempre foi sua “verdadeira” intenção. O partido diz que, durante a corrida eleitoral, Moro teria gastado, em campanha e pré-campanha, 6,7 milhões de reais, acima dos 4,4 milhões de reais do teto para candidatos ao Senado, mas o valor do divulgacand publicado é R$ 5.266.811,00 sendo que R$ 4.313.600,00 foram recursos partidários. A ação aponta ainda “indícios de corrupção”  na contratação de empresas pela campanha do União Brasil e outras ressalvas.

POSTULANTES SE OURIÇAM

Para Moro, trata-se de “uma ação feita em parceria pelo PL/PR de Paulo Martins e Podemos de Álvaro Dias, ou seja, entre o segundo e terceiro colocados derrotados, atendendo aos interesses de uma nova eleição e do PT que tem agora uma nova postulante como a deputada e presidente do partido Gleisi Hoffmann”. Além de Gleisi, Ricardo Barros (PP), Zeca Dirceu (PT) e Requião Filho (PT) também colocaram o bico para fora nesta semana.

“Isto é puro desespero dos perdedores e de quem teme nosso mandato, mas nada temo”, descreveu o senador quando o conteúdo da ação se tornou público.

Nos bastidores acredita-se que 2024 haverá uma eleição suplementar para o Senado Federal e que Sergio Moro já está com os dias contados na cadeira de senado em Brasília.

COTEJO FÚNEBRE ELIMINAR RASTROS

O cotejo já está partido em direção ao IML POLÍTICO e aqui no Paraná outra meta está sendo estabelecida que é uma disputa simbólica pelo controle processual da Operação lavajato e as direções do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Tribunal Regional Federal da 4ª Região avaliam transformar a 13ª Vara Federal de Curitiba em um tribunal especializado em direito previdenciário. O que se nota no fundo de todas estás tramóias e articulações entre os desembargadores que estão passando pela vara é de não deixar lembranças da Operação e nem das pessoas que fizeram parte dela.

REPAGINADA NA FEIÇÃO

 A primeira a se escalar na possível vaga de Sergio Moro é a presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, a deputada federal paranaense Gleisi Hoffmann que admitiu estar trabalhando para ter upgrade político caso o senador paranaense Sergio Moro (UB) seja cassado nos próximos meses pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Gleisi Hoffmann teria dado o primeiro passo a dar uma guaribada no visual ou uma repaginada na feição, pois quem olha as fotos dela nas redes sociais ela deu uma puxadinha no rosto. Nova campanha deve vir por aí…

O QUE FORAM AS CARPIDEIRAS

Só para esclarecer aos leitores que a profissão de carpideiras já existia antes de Cristo e se estende, a saber, até os dias atuais. Nos dias do antigo Israel, essas mulheres ERAM CONTRATADAS para entoar canções tristes e chorar em ocasiões de falecimento de uma pessoa que nem o conhecessem, como forma de transformar o último momento em uma situação ainda mais sofrida e valorizar o defunto na saída e seu conhecimento na região. Não há no Brasil, documentos que possam comprovar a existência de carpideira profissional.

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