MORO VAI FAZER TESTE DE DNA POLÍTICO NO PROGRAMA DO RATINHO?

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Este pode ser o novo teste a que seja submetido o ex-juiz Sergio Moro (União Brasil), que ao participar de um programa da Jovem Pan na terça-feira (28) negou veementemente que o senador Álvaro Dias (Podemos) seja seu “padrinho político” e disse também que não há nenhum “mal-estar” entre eles caso resolva disputar o Senado com o Álvaro em outubro. Com aquela conversa de que ia, mas não foi,  Moro disse que é candidato às eleições, mas não sabe o que vai encarar.

VAMOS DEIXAR CLARO, O ÁLVARO DIAS                                        NÃO É MEU PADRINHO POLÍTICO!

Moro vai ter que em breve admitir que seu padrinho político seja Jair Messias Bolsonaro,o Presidente do Brasil, pois foi a pedido do Presidente, que ele encarou um Ministério da Justiça,saindo de lá com uma imagem bem desgastada devido aos vários xingamentos entre o presidente e a deputada federal Carla Zambeli . Neste entrevero houve até as mensagens de prints de celulares expostas aos brasileiros em todos os órgãos de comunicação. Zambeli fez questão de mostra ainda Moro no casamento da deputada como padrinho da igreja. Na época os comentários eram de que Moro seria indicado para a vaga de Ministro do Supremo Tribunal Federal-STF, mas com tantas confusões a vaga ficou para Kássio Nunes Marques.

 Os nomes sugeridos para o apadrinhamento político de Moro na Boca Maldita, além de Jair Bolsonaro, eram de Oriovisto Guimarães (POD), Álvaro Dias (POD), o pré-candidato a deputado Federal Paulo Abbas (POD), Flávio Arns (POD), Ney Leprevost (UB), Beto Richa (PSDB), Deltan Dallagnol (POD), Carla Zambeli (PL), Paulo Guedes (PL) e Ônix Lorenzoni.

NA DEFESA DA CANDIDATURA

Aos microfones da rádio Jovem Pan, ele se defendeu como um forte candidato da seguinte forma “Eu tenho uma carreira como juiz, que eu fiz todo o meu trabalho, que foi reconhecido nacionalmente, até internacionalmente. E depois como ministro da Justiça nós tivemos uma gestão na qual eu enfrentei o crime organizado. Nós conseguimos reduzir a criminalidade violenta. E eu tive que sair pelas circunstâncias já conhecidas”.

“Eu tenho um histórico que é o que eu apresento agora durante essas eleições. Não existe essa questão de padrinho político. Tenho uma boa relação com o senador. Eu respeito o senador, mas é algo bastante diferente”, alegou o ex-juiz.

 SEM DEFINIÇÃO DE QUE CARGO 

 O suspense provocado por Sergio Moro tem gerado especulações em pesquisas que estão sendo divulgadas com ele na disputa para o senado e outra nesta semana como governador. Este tipo de jogo na política e dos políticos provoca uma desconfiança total na apresentação de números, pois aparenta que o grupo político do UNIÃO BRASIL está jogando uma pressão para obter algumas vantagens no futuro dentro do governo e se não conseguir um acordo estaria formatando um bate-chapa contra Ratinho Jr. Como se sabe em poucos institutos de pesquisas ainda se pode confiar, porque em muitos a estatística vem de acordo com o freguês.

UNIÃO BRASIL EMPOSSA PRESIDÊNCIA ESTADUAL

O presidente nacional do União Brasil, deputado federal Luciano Bivar esteve em Curitiba na noite de quinta feira (30), para empossar o deputado federal Ney Leprevost, ex-secretário de Justiça, Família e Trabalho do Paraná, na presidência do União Brasil- Curitiba. Mais de mil líderes dos mais variados segmentos da sociedade curitibana estiveram no encontro político restaurante Madalosso, para o famoso frango com polenta.

O filho do ex-deputado cassado Fernando Francischini, o deputado federal Felipe Francischini, presidente do União Brasil- Paraná fez o pronunciamento de passagem ao novo presidente Ney Leprevost e também aos novos filiados trazidos por Ney ao partido. O ex-juiz, Sérgio Moro também esteve presente e fez um discurso na solenidade de posse de Leprevost. Moro mais uma vez manteve o suspense sobre o cargo ao qual irá concorrer na eleição de outubro, mas dentro do partido e no evento ficou claro que as maiores chances dele é de conquistar a única vaga de senador em disputa pelo Paraná.

 AS ANDANÇAS DE MORO      

Somente para relembrar o trajeto do ex-juiz , em novembro de 2021, Moro se filiou ao Podemos como pré-candidato à Presidência, com o aval de Álvaro. Mas em março, ele deixou a sigla e migrou para o União Brasil. Na nova legenda, o ex-juiz também não teve apoio para ser candidato à sucessão de Bolsonaro. Ele tentou então transferir seu título de eleitor para São Paulo, mas o pedido foi rejeitado pela Justiça Eleitoral.

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