Acostumados a consulta diária pelos jornais, rádio ou televisão, além da internet, para saber quanto à previsão do tempo em relação ao nosso dia, e aos próximos que ainda vamos viver, mudamos o costume por conta da nova realidade do mundo.
A consulta agora é com relação à estatística do terror proporcionada pela pandemia do Coronavírus, o mal do mundo desde o início de 2019 quando se espalhou além-fronteiras chinesa, está peste que até agora não tem previsão real de cura em função das várias mutações que estão ocorrendo como delta e ômicron.
Antes desta situação que enfrentamos hoje com estatísticas todo dia de vacinados da 1ª dose, da segunda dose e do reforço e número causas e mortes, tínhamos mortes por acidentes de trânsito, por bala perdida, em assassinatos, roubo e outros registros, além dos fatos políticos, as guerras e a luta pelo poder entre as grandes nações, que dominava o início de cada novo dia.
Quase ninguém sai de casa sem estar bem informado, ou quando muito, mal saia às ruas ou chegava ao trabalho e lá vinham às notícias sobre tudo que nos rodeava.
Hoje, afora todos que permanecem isolados por estarem contaminados, o mal da COVID-19 continua a espalhar as suas variantes mudando os costumes e os tratamentos em função da resistência de cada vacina.
Vamos completar dois anos em 2022, assistindo a Rede Globo, vendo a estatística do terror a nos acompanhar durante o dia e a noite no Jornal Nacional em toda rede de afiliadas da Globo, que nos tratam de nos adiantar as previsões de mortes e o futuro para aqueles que ainda convivem com está normal realidade.
Muitos ainda continuam sem salário, vivendo do “ajutório” do governo federal que hoje chega aos R$ 400,00 para alguns selecionados pelo Paulo Guedes. Uns e outros nem mais se preocupam com a previsão do tempo, já que para os milhões que entendem de Coronavírus, sucumbimos ao mal e temos pura e simplesmente aceitar as regras do jogo.
Enquanto a China já superou o primeiro baque e agora se prepara para evitar a reprise do mal, o resto do mundo ainda sobrevive diariamente com a estatística do terror que substitui a previsão do tempo. O mal que veio da China é o dono das nossas decisões.
O mundo se submete cabisbaixo, a um mal que a ciência, tão poderosa, não consegue resolver. As mutações do vírus não são acompanhadas pelas mudanças de experiências que estão sendo feitas pelos laboratórios do mundo, mas sem encontrar solução definitiva.
Até quando?
Não sei, e ninguém sabe, embora alguns arrisquem palpites, até para contrariar a Rede Globo que para muitos é a dona da verdade.
Em pleno início de 2022 vamos confiar que nossas orações possam finalmente fazer eco no céu pedindo a Deus que nos livre deste mal o quanto antes, Amém!