NOJO E VERGONHA! CBF, BETS E STF: QUANDO O FUTEBOL VIRA UM JOGO DE MALANDROS E PICARETAS

DFGRGRRE

     Pagamos um preço alto pela rapinagem e pela cartolagem de picaretas que administram o futebol brasileiro. A eliminação do Brasil na Copa do Mundo de 2026 deixou milhões de torcedores frustrados e principalmente as crianças que se prepararam durante meses com seus ídolos e seus álbuns de coleção. Mas a derrota em campo é o reflexo preocupante da crescente mistura entre futebol, poder institucional e interesses privados em busca de muita grana, passando por cima de vários sentimentos e principalmente desorganização.

A Confederação Brasileira de Futebol deveria ser conduzida com absoluta independência, transparência e foco exclusivo no esporte, hoje é dominada por dirigentes ligados ao Supremo Tribunal Federal. Um órgão superior da justiça sem credibilidade e manchado pelo lado político familiar que envolve Gilmar Mendes e seu filho Chico Mendes dentro da maior entidade que administra o futebol brasileiro e chegou a interferir na escalação de Carlo Ancelotti, que caiu de paraquedas no Brasil e em apenas um ano teve que preparar o time para essa copa.

O  tal de “Chico” Mendes, passou a ser apontado como uma das principais figuras de influência nos bastidores da CBF, exercendo forte interlocução com as diretorias Executiva, Financeira e Jurídica da entidade, apesar de não ocupar cargo eletivo em sua estrutura, mas as coisa ganharam dimensão nacional depois que Gilmar Mendes, relator da ação envolvendo Ednaldo Rodrigues no Supremo Tribunal Federal, concedeu uma liminar que reconduziu o dirigente à presidência da CBF sem se declarar impedido para julgar o caso.

O episódio passou a ser citado por críticos como um dos exemplos mais emblemáticos do debate sobre a separação entre interesses privados e decisões públicas. Isso porque, poucos meses antes da decisão do STF, a CBF havia firmado um contrato de dez anos com o IDP — instituto fundado por Gilmar Mendes e atualmente dirigido por seu filho — para administrar a CBF Academy. O acordo foi assinado justamente por Ednaldo Rodrigues, representando a CBF, e por Francisco Mendes, representando o IDP e o valor bruto arrecadado pela parceria pode alcançar R$ 30 milhões anuais e devem continuar durante essa diretoria de Samir Saud, porque Samir Xaud é ex-aluno do IDP, faculdade fundada pelo ministro Gilmar Mendes e sua eleição ocorreu com forte interferência das federações estaduais, apesar de enfrentar resistência de clubes grandes.

Toda está pouca vergonha demonstra a grave crise de credibilidade  com interesses econômicos que passaram a ocupar espaço maior do que o próprio esporte.

O Brasil precisa recuperar não apenas o futebol vencedor, mas principalmente a vergonha na cara de dirigentes e jogadores que são convocados com interesses financeiros de empresários e casa de apostas.

Se continuarmos na mão destes safados futebolistas a perspectivas de novos títulos mundiais irão se afastar cada vez mais desta nova geração.

O HEXA AINDA É UM SONHO, MAS SE FOR COM ESSA CATERVA NEM EM 2030 ELE VIRÁ!

A DIREÇÃO

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