A situação de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula, ganhou mais um capítulo. O ministro Flávio Dino, do STF, autorizou, a pedido da Polícia Federal, a abertura de um novo inquérito envolvendo o filho do presidente. É o terceiro em menos de uma semana. As apurações mencionadas envolvem suspeitas que vão de tráfico de influência e corrupção a possíveis favorecimentos relacionados a negócios com órgãos e empresas do governo federal. Um dos casos cita o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”. A sequência de investigações coloca Lulinha novamente no centro de uma tempestade política e cria um desgaste inevitável para o Palácio do Planalto. Afinal, três inquéritos em poucos dias envolvendo o filho do presidente não são exatamente um detalhe de família. A defesa de Lulinha nega qualquer irregularidade, afirma que ele demonstrará não ter relação com atos ilícitos e critica o que classifica como vazamentos seletivos e interesses políticos nas investigações. Lula, por sua vez, declarou que o filho deverá responder “como filho de qualquer pessoa”.
AGORA CABERÁ ÀS INVESTIGAÇÕES MOSTRAR SE EXISTE ALGO ALÉM DAS SUSPEITAS. MAS UMA COISA JÁ EXISTE DE SOBRA: DOR DE CABEÇA NO PLANALTO.