É comum ouvir-se em meio à bagunça de cartórios e de arquivos a expressão acima: “Isto parece à casa da mãe Joana”!
“Lugar, casa, etc., onde todos mandam, onde cada um faz o que quer”… Aliás, o novo (Dicionário da Língua Portuguesa – Novo Aurélio. Trata-se de pronome apassivador ou “verbo transitivo direto – VTD”). Mas vamos sair desse tipo de eventual análise léxica porque a gramática não faz parte da residência de “Joana”, essa mãe.
Concessa a vênia impugna a criação de vocábulos novos, como, por exemplo, a rejeição da Justiça sob o fundamento de “que “os apelantes acabaram por violar a “dialeticidade recursal, uma vez que os seus argumentos são inaptos à contraposição dos fundamentos da sentença”.
Isso faz parte de um desses julgados, que deveriam primar pelas frases mais simples, mas que são reclamadas por certos juízes ou preboste!
Deixemos isso pra lá e voltemos ao caso que levou o Presidente da República brasileira a atribuir a outrem desvio de poder e que seria “armação” destinada à extinção de vidas. Faça-se, porém, a seguinte observação: se os “matadores” estavam prontos para suprimir pessoas por que não foram, desde logo, presos? Note-se, que um ex–juiz, inclusive, angariou “inimigo”, sobretudo, quando transformou a sua toga em objeto de campanha eleitoreira e chegou a criar uma instituição de combate à corrupção e, dentro dela colocou uma plêiade de bons cidadãos no cenáculo, aliás, destinado a fazer e acontecer.
Todos eles, entretanto, constataram que estavam sendo usados pelo criador da “lavajato” e abandonaram o magistrado, que fazia questão de aparecer como se fora um novo pregador e para isto fazia da autoridade do seu cargo um caminho seguro para meter na cadeia usurária dos dinheiros públicos e empresários.
Agora as coisas mudaram e o Senador denunciou que os seus adversários queriam matá-lo juntamente com os seus familiares. Nas entrelinhas parecia que o Chefe da Nação estaria por trás disso.
Ficou claro que não!
Não se entende sob nenhum vértice, que profissionais de delitos ordinários tivessem ido a Polícia Federal e “denunciassem” (“entre aspas”) que deveriam proceder a vários homicídios e de autoridades. Ora, Lula atribuiu isso a criação mental do ex-juiz Federal; e este colocou nas mãos do Presidente da República a segurança pela sua vida.
A astúcia – nesse caso – é muito esperto, todavia, merece repulsa, pois as vidraças encontram-se estraçalhadas!!!