O PIOR ESTÁ POR VIR: JURO DO BRASIL É “CHOCANTE” E EQUIVALE A “PENA DE MORTE”!

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Não é novidade para qualquer brasileiro que as taxas de juros crescentes em diferentes países do mundo pioram o nosso problema e afetam o nosso país diretamente porque perdemos investimentos em diversas áreas.

Segundo Joseph Stiglitz, vencedor do prêmio Nobel de economia  e professor da Universidade de Columbia (EUA) que esteve no Brasil essa semana, definiu que a nossa taxa básica de juros é “chocante” e equivale a uma “pena de morte”. Relatou que também que o nosso país tem sobrevivido em função da atuação de bancos públicos e que o modelo da atual política monetária do Brasil aumenta o problema fiscal, devido ao aumento dos juros sobre a dívida pública e, este será um problema ainda maior para países com maior taxa de endividamento.

Stiglitz fez a avaliação no seminário “Estratégias de Desenvolvimento Sustentável para o Século XXI”, promovido pelo BNDES. Stiglitz fez duras críticas à condução do Banco Central brasileiro, mas sem mencionar diretamente a autoridade monetária e aproveitou para beliscar diretamente o nosso ministro da Fazenda do Brasil, Fernando Haddad.

Conhecedor de toda situação brasileira o professor sabe que Haddad não é um indivíduo gabaritado para esse cargo, pois já esteve em outros eventos com diversos economistas do país que sabiam o que estavam fazendo no comando de nossas finanças e não fazendo do ministério um laboratório que possa o levá-lo a uma sucessão de Lula em 2026.

Afirmou no seminário que “a taxa de juros de vocês (Brasil) é de fato chocante. Uma taxa de 13,7%, ou 8% real, é o tipo de taxa de juros que vai matar qualquer economia. É impressionante que o Brasil tenha sobrevivido a isso, que seria uma pena de morte. E parte da razão disso é que vocês têm bancos estatais, como o BNDES, que tem feito muito com essas taxas de juros, oferecendo fundos a empresas produtivas para investimentos de longo prazo com juros menores”, avaliou.

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