O Brasil vive sob um governo que gasta sem freio, endivida o país em escala trilionária e usa dinheiro público como combustível político, enquanto empurra para o futuro uma conta que já se tornou impagável. O terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva se consolida como um projeto de poder sustentado por rombos, déficits e populismo fiscal.
O INSS virou um buraco negro das finanças públicas. Dados oficiais indicam um rombo anual superior a R$ 300 bilhões, resultado de má gestão, aumento acelerado de despesas e ausência total de reformas estruturais. A Previdência caminha para o colapso, enquanto o governo finge normalidade e transfere o problema para o contribuinte.
Nos Correios, o roteiro se repete: prejuízos acima de R$ 600 milhões, necessidade de socorro em mais de R$ 20 bilhões pelo Tesouro nacional e uma estatal novamente capturada por interesses políticos. Uma empresa que deveria ser autossustentável volta a ser um ralo de dinheiro público, bancado pela população.
A gastança nos cartões corporativos escancara o contraste entre discurso e prática. Sob sigilo e com baixa transparência, os gastos da Presidência e de ministérios já somam dezenas de milhões de reais, incluindo despesas incompatíveis com qualquer narrativa de austeridade. O recado é claro: o aperto nunca chega para quem governa.
Enquanto isso, o governo amplia programas sociais em ritmo eleitoral. O Bolsa Família consome mais de R$ 170 bilhões por ano, somado ao Vale-Gás, Pé-de-Meia e novos auxílios criados ou inflados sem fonte permanente de recursos. Para críticos e especialistas, trata-se de compra indireta de votos com dinheiro público, mirando descaradamente a reeleição em 2026.
Como se não bastasse, surgem denúncias envolvendo o filho do presidente, Lulinha, citado em investigações e reportagens que apontam uma suposta mesada de cerca de R$ 300 mil, ligada a esquemas no INSS e uma suspeita remessa de R$ 25 milhões já recebidas anteriormente. Mesmo sob apuração, o caso reforça a percepção de que o poder voltou a se confundir com interesses privados, sem explicações convincentes à sociedade.
O resultado desse modelo é devastador: dívida pública em trajetória explosiva, juros elevados, desconfiança do mercado, investimentos travados e um país refém de um Estado inchado, caro e ineficiente.
O governo Lula governa como se o amanhã não existisse. Gasta hoje, promete o que não pode pagar e transfere a fatura para as próximas gerações, apostando que a dependência social garantirá votos suficientes para manter o PROJETO DE PODER idealizado por José Dirceu, Lula e Xandão.
A PERGUNTA QUE FICA É SIMPLES E INCÔMODA: QUEM VAI PAGAR ESSA CONTA TRILIONÁRIA?
A RESPOSTA, COMO SEMPRE, É A MESMA: O POVO BRASILEIRO.