Todas as notícias remetem para um Estado inepto e ladravaz! E neste aspecto, convenhamos trata-se do ente Estado, o que por certo traz a inclusão dos três poderes nesta conjuntura de ineficiência, ineficácia e imoralidade!
As notícias da semana remetem a absoluta impossibilidade da Comissão Parlamentar que investiga a imensa patifaria que é o roubo do parco dinheiro das aposentadorias, de avançar minimamente no sentido de cumprir seu trabalho. E não avança porque um Ministro do Supremo, André, este, nomeado pasmem ou não, por Bolsonaro, impede este avanço blindando os apontados pela CPMI!
E a pantomima de Lulle em relação aos ataques de Trump, rendeu-lhe um acréscimo de popularidade, acreditem em vocês, ou não.
E para seu imenso descredito leitor o Relator das Denúncias de Tagliaferro contra Alexandre de Morais é por óbvio, Alexandre de Morais!
Ora se você acredita que em 2026 teremos, nós povo, alguma chance de participar de um pleito eleitoral com um mínimo de seriedade e vínculo com a realidade você acredita em Papai Noel!
O que mais me assusta é que tenho netos! E que sou responsável pela minha prole, e mais pelo Brasil que vamos entregar a eles! Confesso que me sinto muito frustrado!
De alguma forma, minha pequenez e falta de coragem ajudou a construir o Brasil dos dias de hoje!
Um País que foi cantado em prosa e verso como o País do futuro. Pois bem neste País onde o futuro é para já, encontramos 90 milhões de CPFs beneficiados por algum tipo de Bolsa Lulle, vinte e seis por cento dele dominado pelo crime organizado e outros tantos segmentos que sobrevivem na dependência direta ou indireta do setor produtivo.
Sempre ouvi e nisto acreditei que a Universidade seria o farol do saber, e que mercê de seu objetivo precípuo, ensino e pesquisa seria a chave para a inclusão com crescimento econômico exponencial.
Ocorre que Lulle e sua escumalha também sabiam disto, e desde logo transformaram as Universidades nisto que ai esta, seja por exemplo USP ou UFPR!
Existe saída? Claro que sim, mas por certo havida da sociedade civil, porque dos três poderes nada, mas nada mesmo podemos esperar!
CONGRESSO: LEMBRA QUE EXISTE?
Nesta quarta-feira (08/10), o Congresso Nacional lembrou que tem existência própria, garantida, sobretudo, pela procuração chamada voto que cada brasileiro dá para o seu representante. O grito de alforria de significativa parcela dos parlamentares não deixa de ser um prenúncio de que lá no recôndito de suas almas, aqueles homens e mulheres ainda têm dignidade.
A tarde tempestuosa para Lulle & Seus Lulletes foi personificada por Gleisi da Sapucaí, que não se intimidou e tratou de dar voz à sua faceta mais agressiva de petista renhida e não hesitou em ameaçar aqueles que são seus iguais por força de lei, a saber, seus colegas deputados federais.
É importante frisar que a ninguém deve causar espécie esse proceder desta senhora nascida em Mafra-SC, porquanto seu álter ego, o atual companheiro o Lindinho, apelido de antanho, posto que agora é um jovem velho obeso, já estava a um passo do choro convulsivo a ameaçar a cidadania na medida em que avisou: “não querem votar conosco… Aguarde! Vou chamar o Randolfinho e ele vai correndo se queixar lá para o Gilmagro Mendes! Vocês vão ver…!”.
Configurada a acachapante derrota, as ameaças à cidadania produtiva e decente não tardaram, e logo estavam eles a gralhar que o IOF não tarda a chegar. Inobstante o indesculpável cinismo deste escriba, a ameaça de que a esquerda petista tarda, mas não falha, já era de se esperar, na medida em que este governo do Ministro Taxxad, só o que sabe fazer é tirar dinheiro do Brasil que trabalha, sob a justificativa de que há que redistribuir riqueza.
Ora, esse discurso nauseabundo é praticado desde 2002; e se de alguma forma ele tivesse se tornado realidade, nós não teríamos um país que convive com um governo inepto, ineficaz, ineficiente, incapaz de incrementar projetos de modernidade e produtividade, que só faz espoliar o cidadão que trabalha.
Logo, o slogan do desgoverno Lulle deveria ser “O Governo 4i”, hahahahahha.
A RESSACA DE QUINTA-FEIRA

No amanhecer desta quinta-feira (09), Lulle se viu mais uma vez com a boca seca e muita dor de cabeça. Todavia, desta feita não se tratava do resultado da ingesta de Royal Salut, e nem muito menos da caninha premiada de Morretes. O efeito era decorrente do sapeca Iaiá que o Congresso lhe infligiu na quarta-feira (08). E daí, como não se pode dar por achado, mentiroso profissional que é, desde logo pôs-se a comemorar a pesquisa Quaest que o Sidônio comprou pra ele – ou melhor dizendo, contratou os serviços de pesquisa – e não contente, chamou os governadores que são seus teóricos adversários, para um confronto de trabalho e realizações.
Ora, não sou um especialista em obras de São Paulo, de Minas Gerais e de Goiás; mas as do Paraná, por força de minha cidadania e minha atuação na imprensa, conheço bem, e desde logo, recomendo ao beberraz que se recolha à insignificância dos seus 39 ministérios, e seu desgoverno que está por aí.
O Paraná é um canteiro de obras, com relevantes inovações tecnológicas, seja na engenharia da Ponte de Guaratuba, seja na pavimentação das estradas concretadas.
Não para por aí, evidentemente, a administração do atual Governador, mas cantar os seus feitos cabe a ele e seus assessores, e não a nós. Por isso, me restrinjo ao que é mais óbvio.
Certamente o Presidente Lulle – nossa, e ele é presidente, hein? – apressa as suas provocações porque não tem adversário. E, convenhamos, a culpa disso é de líderes partidários, tipo Kassab e similares, e também dos próprios candidatos, que demoram para tomar posição efetiva.
Nesta semana, o governador de São Paulo fez o que se chama “jogo de cena”, e submergiu propositadamente, não sem antes dar uma mancada homérica em relação aos efeitos da Coca-Cola o que, sem embargo, me pareceu muito mais um arroto do que uma manifestação de Chefe de Estado. A grossura pode ter sido efeito da reunião com o não menos grosso Bolsonaro, que também é dado a tiradas desta falta de envergadura; mas a mim, não me engana: volta forte em março.
E O QUE DEVE FAZER AGORA O SENHOR RATINHO JR.?
Resposta clara, simples e direta: assumir o protagonismo!
E O BOXE EM SENA MADUREIRA?
Nesta semana, dois vereadores da cidade em apreço resolveram imitar Wanderlei e Popó: evidentemente, falta-lhes condição técnica, mas aparentemente coragem foi demonstrada com abundância. O rescaldo é que foi igual briga de jogador de futebol, ou seja, não tivemos nenhum direto, e muito menos um certeiro hook no fígado. Todavia, neste caso, o modesto escriba torceu, evidentemente, para a briga, como torce para que as brigas ocorram, de preferência no Supremo Tribunal Federal e na Câmara Federal, porquanto no Senado elas são muito difíceis, face à idade média dos provectos.
É claro, o leitor pode me cobrar o desempenho de Randolfe Rodrigues, todavia ele não tem o epíteto de pula-pula graciosamente, portanto, acho que ele é mais dado a golpe de gritos histéricos e inenarráveis puxões de cabelo.
Portanto, volto à Câmara Federal que é mais povoada e que pode apresentar eventuais pugilatos mais promissores, e desde logo afirmo que a minha aposta seria sempre na grande candidata ao troféu, Sra. Talíria Petrone, a indefectível do PSOL. Não deixo evidentemente de lembrar, para ocupar o segundo lugar no pódio, a grande gaúcha Maria do Rosário, e a carioca campeoníssima, a peso pesado Jandira Feghali.
REGIONAIS
HILÁRIA: PREFEITO DE FAZENDA RIO GRANDE: Me dispenso de observações sobre o fato atual relevante em relação ao Prefeito citado – até porque o assunto foi abordado fastidiosamente. Todavia, em todas as circunstâncias, há sempre um fato hilário, e o fato em apreço é que o Prefeito distribuiu uma ação contra um criador de conteúdo da Fazenda, que costumava chamar o alcaide de “Meu Considerado”. O Alcaide não gostou, e pediu a supressão do termo e do uso do termo impresso em camiseta.
Considerando os últimos acontecimentos, “falaro” que o blogueiro afirmou na Fazenda que agora ninguém o segura, e o termo recebeu uma inovação: “meu considerado, presidiário”.
SURGE UM NOVO CANDIDATO: Nesta quinta-feira (09), o ilustre Secretário de Saúde, ex-prefeito de Apucarana, atual deputado federal Beto Preto afirmou categoricamente que está pronto, e que oferece o seu nome para alvedrio e análise partidária frente ao pleito de 2026.Como se sabe, Beto é um experimentado político com vitórias relevantes e, como todo político, com eventuais derrotas. Isto não deslustra seu invejável currículo, que o qualifica e engrossa o time dos candidatos viáveis no espectro do Governador Ratinho Jr.
O fato inquestionável é que tudo está intrinsecamente ligado ao caminho do próprio Governador, que a cada dia que passa vê tornar-se seu caminho mais pavimentado na rota de Brasília. Todavia, se este não for o vetor do atual Governador, tenho para mim que ele terminará o governo ainda ocupando o Palácio Iguaçu.
Considerando o seu sucesso que é comprovado pelas pesquisas, não é difícil imaginar que a cadeira do Iguaçu será ocupada por aquele que for o escolhido pelo próprio Governador.
Se eu critico a falta de decisão no campo federal, não repito a opinião no campo estadual, porque não vejo variáveis consistentes no campo adversário de Ratinho. Explico: o candidato majoritário já está determinado, e confirmado pela própria pesquisa, que é Sérgio Moro, isto se o Gilmar Mendes não aprontar nada para ele.
E aí não é difícil imaginar um acordo com Requião Filho e até mesmo com Rafael Greca, lembrando que nesse campo, uma das vagas do Senado está reservada para Cristina Graeml.
Voltando ao grupo do Governador, Beto Preto se soma a Alexandre Curi, Guto, e ao próprio e venerável vice-governador Darci Piana. Aqui, um parênteses: porquanto em permanecendo no cargo, é possível imaginar que o Governador possa apoiar o seu fiel e competente vice-governador. Por tudo isso, afirmo que em termos de Paraná, quem tiver pressa, come cru!

ORAÇÃO DE OGIER BUCHI:
Nosso sentimento profundo, nesta semana, pela morte da Sra. Odete Roitmann. E nossa expectativa para que o Alexandre de Morais não acuse deste crime, o senhor Jair Bolsonaro, porquanto no dia do crime, Bolsonaro recebeu Tarcísio e comitiva. Portanto, preste atenção, Xandão! Amém!