A partir do momento em que se proclamou o resultado final da votação na Câmara dos Deputados, consagrando Arthur Lyra como novo Presidente do Poder Legislativo brasileiro, a oposição despencou, caindo na realidade.
Rodrigo Maia chorou não apenas porque perdeu a chance de continuar presidindo, mesmo que indiretamente, o Congresso Nacional, apossando que com Alcolumbre no Senado, ambos teriam os chamados “pau mandado” para continuarem comandando, por debaixo dos panos, a política nacional.
Com eles, a oposição está inconformada e já passou para os ataques que objetivam desmerecer o êxito político do Presidente Jair Bolsonaro, que se obrigou, por força de circunstância, a se compor com o Centrão.
O DEM, que vinha contando como certa a vitória nesta fase política, preparando o caminho para um processo de impeachment, que consultava os interesses da oposição, foi derrotado, com um placar de votos que não deixou a menor dúvida, já que tanto na Câmara quanto no Senado as vitórias foram por número dobrado de voto em relação aos segundo colocados.
Tentando desde já semear a discórdia entre Bolsonaro e os vitoriosos no Congresso Nacional, os opositores que se mostram inconformados sentiram que vão ter que remar, e muito, para superar as ondas enormes que lhes impedem, por enquanto, se sonhar com uma sucessão presidencial.
Nem é preciso falar em João Dória, porque aliado de Maia ele tinha certeza de que Bolsonaro seria derrotado, abrindo caminho para em 2022 sonhar com uma campanha presidencial.
De agora em diante a oposição inconformada vai tentar de tudo, para incompatibilizar o Presidente com os vencedores na Câmara e Senado, criando um ambiente de terrorismo com o qual os brasileiros estão cada vez mais acostumados.