OS DEVOTOS DO VOTO!QUANDO A FÉ VIRA PALCO E O MILAGRE É SE ELEGER AO ILUDIR FIÉIS DE TODAS AS CRENÇAS!

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Em ano de véspera de eleição, o milagre não vem do céu — vem das urnas, mas a fé vira palanque. Políticos que jamais pisariam em um templo se não houvesse urna à vista, vestem-se de fiéis conforme o público — rezam, tocam tambor, fazem o sinal da cruz ou levantam as mãos, tudo de acordo com a conveniência da plateia.

E há políticos como Lula e Janja (PT) que se aliam até com diabo, para alcançá-lo e fazem uma verdadeira romaria: vão da missa ao terreiro, do culto à sessão espírita, do salmo ao tambor, com a mesma devoção com que contam votos.

Um dia aparecem de Bíblia na mão, no outro de colar de contas, e se precisar, ainda aprendem a tocar atabaque — tudo em nome da fé… ou melhor, da fé eleitoral. Porque a crença deles é uma só: no poder.

No teatro das campanhas, o sagrado vira cenário, o amém vira aplauso e o sermão, roteiro de marketing. A cada semana, um novo “irmão”, um novo “pai”, um novo “orixá”, conforme o público e o potencial de voto. A religião se torna figurino, e o altar, camarim.

Enquanto isso, o fiel comum, que acredita de verdade, observa espantado o desfile de falsos profetas da política — esses santos de ocasião que prometem tudo e cumprem nada.

Afinal, para alguns candidatos, não há dogma, doutrina ou divindade que resista à tentação de um mandato. São os verdadeiros “devotos do voto”: rezam em todas as línguas, desde que o idioma final seja o das urnas.

Em tempos eleitorais, a fé vira palanque. Políticos que jamais pisariam em um templo se não houvesse urna à vista, vestem-se de fiéis conforme o público — rezam, tocam tambor, fazem o sinal da cruz ou levantam as mãos, tudo de acordo com a conveniência da plateia.

A espiritualidade, que deveria ser expressão sincera de crença, vira cenário para encenação. O interesse pessoal se sobrepõe à fé alheia. A devoção é substituída pelo cálculo eleitoral. Cada religião é tratada como um reduto de votos a conquistar, não como espaço sagrado a respeitar.

Esses “devotos do voto” não têm credo — têm projeto. E, para chegar ao poder, são capazes de atravessar altares, giras e púlpitos sem qualquer constrangimento. Usam a fé do povo como moeda política, transformando o sagrado em ferramenta de manipulação. Enquanto isso, os verdadeiros fiéis observam perplexos a profanação daquilo que mais prezam: sua crença.

                                                        LULA, LEÃO XIV E ESBANJA

Nesta semana mais um visita ao novo Papa para usar na campanha de 2026.Lula fez a mesma coisa com o falecido Papa Francisco e agora repete a cena junto a sua esposa Esbanja..

NO FIM, O QUE FICA É A CERTEZA AMARGA DE QUE, PARA ALGUNS, NEM DEUS É LIMITE QUANDO O ASSUNTO É ELEIÇÃO.

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