Presidente do TRE-PR apresenta as principais iniciativas da Justiça Eleitoral do Paraná ao ministro Edson Fachin

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Desembargador Coimbra de Moura destacou projetos paranaenses como o Cidadania Plena, o TikTok do TRE-PR e o Gralha Confere

Nesta segunda-feira (11), o presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), desembargador Wellington Emanuel Coimbra de Moura, participou de reunião com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, e com os demais presidentes dos regionais eleitorais das regiões Centro-Oeste e Sul.

No encontro, foram apresentadas as ações desenvolvidas pela Corte do TSE relacionadas ao combate à desinformação, à participação feminina e à diversidade e inclusão no cenário político e eleitoral. Também foram discutidos temas relacionados às áreas de Auditoria, Ouvidoria e Segurança Cibernética.

O presidente do TRE-PR destacou a importância do alinhamento das ações entre os tribunais. “A troca de experiência com os estados enriquece o nosso trabalho e a nossa missão, que é entregar à população uma eleição transparente e segura”, ressaltou.

O desembargador Coimbra de Moura foi à Brasília acompanhado do diretor-geral do Tribunal, Dr. Valcir Mombach, e do secretário da presidência, Dr. Josmar Ambrus.

Destaques do Paraná

Na reunião, o desembargador Coimbra de Moura apresentou algumas iniciativas da Justiça Eleitoral paranaense, como a Central de Combate à Desinformação Gralha Confere, que trabalha com a verificação de informações duvidosas que circulam em aplicativos de mensagens e redes sociais sobre o processo eleitoral e a segurança do voto.

Também foi citado o  perfil do TikTok do TRE-PR que, com mais de 65 mil seguidores, busca transmitir a mensagem da Justiça Eleitoral de forma simples e direta para o público jovem.

Além disso, o presidente falou do mais novo projeto da Justiça Eleitoral, o Cidadania Plena, que busca ampliar a participação da sociedade no processo eleitoral. A campanha vai atender pessoas presas provisoriamente, pacientes e pessoas idosas internadas em instituições de longa permanência e hospitais paranaenses. E pessoas comunidadesindígenas, quilombolas e caiçaras. Serão instaladas seções eleitorais nesses locais no dia das eleições.

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