De repente, puseram tudo em um mesmo saco. Para os antigos, como dizem, fica difícil aceitar que lhe empurrem goela abaixo a confusão.
A mistura de tudo quanto é conceito envolvida em decisão judicial, que pode render até prisão para quem não concordar, precisa ser mais bem avaliada. Respeitam-se as decisões, mas é preciso separar as coisas, principalmente para aqueles que foram criados sob determinados conceitos e, de repente, são atingidos por uma farta propaganda gay que deseja seja o assunto aceito sem qualquer distinção em relação a outros comportamentos que ao longo de muitas gerações jamais foram admitidos. Dizem que hoje são mais de 20 milhões de gays existentes no país, número que nenhum censo apurou devidamente, mas que a Globo anunciou com euforia para garantir seu ânimo com este público. Aceito e respeito a decisão de cada um em relação ao seu comportamento, condenando quem age com violência e aqueles que manifestam sua opinião em contrário, mas de forma errada e violenta. Por mais que insistam, vai ser difícil convencer quem foi criado sob um prisma de vida e, de repente, ser considerado preconceituoso só porque não admite determinados comportamentos que desejam publicamente sejam expostos por mais controverso que possam parecer. Em um país de mais de 100 milhões de brasileiros, 20 milhões não representam a maioria e devem aceitar que os restantes 80 milhões ou mais sejam carimbados por preconceito. Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa, como se diz. Respeitemo-nos, é o mais importante.