PT quer trocar marqueteiro de Lula e já tem substituto favorito

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Dirigentes petistas também pressionam pela saída do jornalista Franklin Martins, atual coordenador de comunicação da campanha de Lula

Insatisfeitos com o trabalho do marqueteiro Augusto Fonseca, dirigentes do PT querem trocar o responsável pelo marketing da campanha do ex-presidente Lula ao Palácio do Planalto este ano.

Um dos mais cotados para substituir Fonseca é o publicitário baiano Sidônio Pereira, que cuidou do marketing da campanha de Fernando Haddad (PT) à Presidência em 2018.

De perfil discreto, Sidônio também já atuou em campanhas na Bahia do atual governador do estado, Rui Costa (PT), e do ex-governador baiano e atual senador Jaques Wagner (PT-BA).

Segundo apurou a coluna, aliados de Lula e dirigentes petistas já retomaram as conversas com o publicitário baiano nos últimos dias, após crescer a insatisfação no partido com o atual marqueteiro.

Entre petistas, a avaliação é de que as primeiras peças produzidas por Augusto Fonseca foram “sem emoção”. Também há críticas ao valor da campanha cobrado pelo marqueteiro, de cerca de R$ 45 milhões.

Franklin Martins também é alvo

No PT, há também quem defenda a saída do jornalista Franklin Martins, atual coordenador geral da comunicação de Lula e responsável por escolher Augusto Fonseca.

A reclamação vai além do trabalho de Franklin. Dirigentes e parlamentares petistas afirmam que o jornalista tem dificuldades de se relacionar com integrantes do partido, aos quais sequer cumprimenta.

Fora isso, há críticas à estratégia de Lula nas redes sociais, também responsabilidade de Franklin. Aliados do ex-presidente consideram que é preciso mudar essa estratégia para “aumentar o engajamento” do petista.

Apesar das críticas, pessoas próximas a Lula consideram difícil ele demitir Franklin. A expectativa entre petistas é de que o próprio jornalista peça para deixar a coordenação da comunicação da campanha.

Aliados de Franklin Martins no PT admitem a fritura do jornalista por integrantes do partido, a qual classificaram, nos bastidores, como uma “baixaria”.

Fonte: Metrópoles

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