R$ 100 MILHÕES EM ANO ELEITORAL! “GASTANÇA BILIONÁRIA DA ITAIPU EXPÕE USO POLÍTICO DA MÁQUINA PÚBLICA”

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O lançamento de um edital de R$ 100 milhões pela Itaipu Binacional, em pleno ano pré-
-eleitoral, coloca a presidência da usina no centro de um debate inevitável: o uso político
de recursos públicos sob o discurso de ação social. A iniciativa pode até cumprir
ritos formais, mas o contexto escancara um problema maior de governança e fi nalidade
do dinheiro dos paranaenses. Sob a atual gestão do petista Ênio Verri, a Itaipu ampliou
de forma agressiva a distribuição de verbas por meio de convênios com organizações
sociais espalhadas por centenas de municípios. Esse modelo, altamente pulverizado, cria
redes locais de dependência política, fortalece aliados regionais e facilita a construção
de palanques indiretos, especialmente em estados estratégicos para o PT.
O agravante é estrutural: a Itaipu não sofre fi scalização direta do Tribunal de Contas da
União (TCU). Isso concentra poder decisório na presidência da empresa e reduz os freios
institucionais. Em ano eleitoral, a combinação de muito dinheiro, baixa fi scalização e
forte capilaridade territorial não é coincidência — é risco.
Tudo isso ocorre após a quitação total da dívida histórica da usina, que possuía parcelas
mensais de R$ 115 milhões, em 2023, sem qualquer redução relevante na tarifa de
energia para os paranaenses. Em vez de aliviar o bolso do consumidor, a opção foi ampliar
gastos e convênios, muitos deles com claro potencial político.
Está explícito que toda a diretoria da Itaipu deixou de ser apenas um cargo técnico. Hoje,
é um instrumento estratégico com poder de infl uenciar o cenário eleitoral.
“PT SENDO PT, NO VELHO ESTILO DO DINHEIRO S
ENDO USADO PARA PROGRAMAS SOCIAIS”!

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