A briga intestina das universidades de Londrina e Maringá para não entrar no sistema da folha de pagamento do Estado pode ter uma explicação prosaica. Reside nos ganhos de seus reitores. Na UEL, a mandatária Berenice Jordão percebe R$ 35.205,07 de remuneração mensal. Na UEM, Mauro Baesso recebe R$ 34.622,97. Nos dois casos, o salário supera o teto constitucional do serviço público, que é de R$ 33,7 mil. Também a título de curiosidade, Berenice ganha mais que o dobro do prefeito de Londrina. Em terras maringaenses o reitor Baesso tem vencimentos 35% maiores que os do alcaide local.(blog do campana)