SAÍDA DO PT:DEPOIS DA GELADEIRA PODE BATER EM RETIRADA!

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Depois de se considerar um emedebista histórico, do MDB de Guerra, o ex-senador Roberto Requião foi se filiar ao PT em março de 2021, com a esperança de chegar ao quarto mandato do governo do estado abraçado a Lula (PT) como presidente. Foi vergonhosamente derrotado em segundo lugar, com 26% dos votos válidos, percentual insuficiente para impedir a reeleição em primeiro turno de Ratinho Jr (PSD).

O que se nota nestes últimos 6 meses, desde a posse de Lula (PT) em janeiro, a relação de Requião e o filho Mauricinho Guarengui só azedou e deve chegar ao rompimento até as próximas eleições ou até mesmo se houver alguma indicação do partido do PT ao senado com a possível cassação de Sergio Moro (UB), e um deles não for chamado para essa consulta.

Usados e abusado, pagou o preço de outras traições?

A família Requião fez de tudo para tentar encaixar Requião na Itaipu Binacional, mas foram abandonados de tal forma que não são nem chamados para eventos de ministros do governo na capital. O descontentamento é grande e pode ser notado nos eventos onde há a presença de caciques como Gleisi Hoffmann, Samek, Vanhoni e Enio Verri, os nomes mais fortes do PT no estado, e o deputado Requião Filho fica escanteado se escorando em Arilson Chiorato (PT) e alguns outros deputados.

O esgarçamento desta relação afeta o principal herdeiro político de Requião, pois Mauricinho também foi para PT conseguindo se reeleger, mas as coisas pra frente serão muito mais complicadas. O lastro de eleitores de Requião a cada ano pode se esfarelar e a tendência de uma saída da dupla em breve não será novidade em função do descontentamento.

As fofocas de uma nova candidatura de Requião à Prefeitura de Curitiba em 2024 surgiu na semana passada e ele poderia até copiar Rafael Greca (PSD) em 2016, se instalando do PMN para essa nova aventura Kamikaze, pois até agora nenhum partido de esquerda como o PSOL, a Rede e o Solidariedade fizeram questão de ter o boquirroto em suas fileiras.

O ditado para muitos inimigos deixados na política ainda vale “AQUI SE FAZ, AQUI SE PAGA”!

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