É imperativo que seja criado um órgão, tipo SERASA/SEPROC específicos para candidatos caloteiros, bem como, de alguma forma, obrigar a sigla partidária a honrar esses débitos. Um dos casos mais gritante de estelionato e o caso de um candidato a Deputado Federal originário de São José do Pinhais, que não foi eleito e está desaparecido desde outubro de 2.022, deixando para trás credores, fornecedores e colaboradores “a ver navios”. Com a palavra o diretório Municipal e Estadual do candidato desaparecido, que dizia a todos que teria muito Progresso nas urnas, mas até agora não teve honra de pagar as contas e muito menos o partido a cumprir as promessas com ele. Por enquanto, salgando a pança lá para o litoral e discurso da desculpa é o mesmo, de que tudo é culpa da presidente do diretório e do ex-líder. O pior é que a lista de pendências deixadas pelo foragido é grande, até no Sítio Cercado tem um esperando ele voltar…