SEM PICANHA E CERVEJINHA! NO PT DE LULA É PÃO, CIRCO, BETS E FALÊNCIA DE LOJAS!

BFGHFGGER

Parece que o lema do Partido dos Trabalhadores é: quanto pior, melhor!

Enquanto o governo comemora números pontuais da economia e insiste no discurso de que o país está no caminho certo, os números fiscais contam uma história bem menos confortável.

A Dívida Bruta do Governo Geral chegou a R$ 10,8 trilhões em junho de 2026, equivalente a 81,9% do PIB, segundo o Banco Central. Em apenas um mês, houve aumento de 0,9 ponto percentual. No acumulado do ano, a alta já chega a 3,3 pontos percentuais.

O cenário coloca uma pergunta inevitável: até onde o governo pretende empurrar a conta para o futuro?

Desde o início do terceiro mandato de Lula, a dívida bruta avançou de aproximadamente 71,7% para 81,9% do PIB. Entre os fatores que pressionam as contas estão os juros, o déficit primário e as emissões líquidas de dívida. Segundo o Banco Central, somente em junho os juros nominais apropriados somaram R$ 110,7 bilhões.

Enquanto Brasília aumenta despesas e mantém uma estrutura administrativa pesada, com 38 ministérios, empresas e consumidores sentem no bolso os efeitos de juros elevados, crédito mais caro, endividamento e perda de poder de compra.E os exemplos começaram a se multiplicar.

O varejo está pagando a conta

Casas Bahia — Um dos maiores símbolos do varejo brasileiro entrou com pedido de recuperação judicial para renegociar uma dívida de R$ 17,3 bilhões. A empresa anunciou o fechamento de 298 lojas e um amplo processo de reestruturação.

A companhia enfrenta uma combinação pesada de juros elevados, restrição de crédito, dificuldades de liquidez e forte concorrência no comércio eletrônico. O episódio mostra que nem mesmo marcas gigantes estão imunes às dificuldades do ambiente financeiro.

Marabraz — A tradicional rede de móveis também recorreu à recuperação judicial. O processo envolve aproximadamente R$ 140 milhões em dívidas. A empresa aponta os juros elevados, a retração do consumo e disputas familiares e societárias como fatores que agravaram a crise.

Habib’s — A situação também é delicada no grupo controlador do Habib’s. A Justiça de São Paulo ampliou a proteção contra cobranças envolvendo dívidas superiores a R$ 300 milhões. A empresa busca negociar seus passivos por meio de mediação pré-processual, numa tentativa de evitar a recuperação judicial.

Siberian e Crawford — A Hardball, antiga VGB/Valdac e proprietária das marcas, teve sua recuperação judicial convertida em falência pela Justiça paulista em dezembro de 2025, em razão do descumprimento do plano e de outras irregularidades. A decisão, porém, foi posteriormente suspensa, deixando o caso em disputa judicial.

E as bets?

Em 2025, brasileiros depositaram R$ 220,6 bilhões em casas de apostas legalizadas, segundo dados divulgados pelo Ministério da Fazenda. As apostas de quota fixa passaram a operar em um mercado regulado nacionalmente a partir de janeiro de 2025.

A aposta esportiva deixou de ser apenas uma discussão sobre entretenimento. O governo encontrou nas bets uma nova fonte de arrecadação, mas o crescimento do setor também trouxe preocupações relacionadas ao endividamento e à compulsão.

O problema é que o dinheiro que entra no caixa do governo não necessariamente representa dinheiro que melhora a vida das famílias. Para muitos brasileiros, a aposta pode significar justamente o contrário: mais endividamento, mais problemas financeiros e mais dificuldade para fechar as contas no fim do mês.

E o maior palhaço desse circo é o povo!

Como se não bastassem as questões econômicas, a política também ganhou seu próprio capítulo.

O Partido Novo apresentou ao TSE uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral contra Lula e Geraldo Alckmin, questionando possíveis abusos relacionados ao desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói no Carnaval de 2026.

A ação questiona a utilização do desfile, que teve como enredo a trajetória de Lula, em um contexto eleitoral. O pedido inclui a cassação dos registros ou diplomas e a declaração de inelegibilidade por oito anos. Isso, porém, é um pedido apresentado na ação e não significa que Lula e Alckmin tenham sido cassados ou declarados inelegíveis.

E fica a pergunta:

Até que ponto dinheiro público, exposição política e eventos de grande alcance podem se misturar em um ano eleitoral?                                                    E se fosse Jair Bolsonaro que tivesse desfilado no Carnaval, o TSE iria agir da mesma forma?                                                                                                        

 No fim das contas, a discussão não deveria ser apenas ideológica.                                                                                                                                                   

A disputa é sempre política com a conivência de um STF corporativista composto de ministros milionários.

A DIREÇÃO

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