Nesta semana mais uma decisão em Brasília com aval de Rodrigo Pacheco (PSD-MG), Presidente do Senado, que nos mostra o quanto o nosso país não é sério.
Os senadores federais decidiram reduzir a própria jornada de trabalho e na primeira reunião após terem emendado o feriado de carnaval, os senadores decidiram se autoconceder semanas reduzidas de trabalho. Depois de doze dias afastados para as folias carnavalescas, o esgotamento físico deve ter incentivado a idéia da redução de jornada de trabalho na Capital Federal que é muito estressante no desempenho das atuações nas sessões e nas tribunas.
Agora, os 81 representantes dos estados brasileiros votarão projetos apenas entre terça e quinta-feira. As segundas e sextas-feiras ficaram apenas com sessões não deliberativas, sem contagem de faltas para os senadores.
Para não complicar muito as faltas e que proporcionem descontos dos salários, os políticos também instauraram uma semana de trabalho remoto. Nos últimos dias do mês, os senadores não precisaram permanecer em Brasília com estas mudanças, pois os representantes vão trabalhar por apenas nove dias por mês na Capital Federal.
Mas com todas estas mudanças, os senadores deverão ser recompensados e em contrapartida receberão um aumento de salário. A partir de abril, no próximo mês o dinheiro mensal sobe de R$39,2 mil para R$41,6 mil.
O líder do Podemos no Senado, Oriovisto Guimarães (PR), afirmou que a decisão foi unânime entre os líderes partidários, mesmo com a repercussão negativa em todo o Brasil com está nova definição.
Como dizia Nelson Rodrigues, “toda unanimidade é burra e quem pensa com a unanimidade não precisa pensar”, mas nesse caso eles não têm nada de burrice foram super inteligentes.
A DIREÇÃO