O senador Davi Alcolumbre é um parlamentar de cultura e muita coragem pessoal e política.
Na qualidade de Presidente Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal deveria colocar em pauta e submeter à apreciação de seus pares o nome de ANDRÉ MENDONÇA, a quem apelidou de terrível evangélico, para ocupar a vaga de Ministro do Supremo Tribunal Federal. O seu nome fôra indicado pelo Presidente da República em atenção a pedido que lhe teria sido feito a digna esposa de Jair Bolsonaro, que é fiel de prestigiosa instituição.
A Bancada Parlamentar Evangélica da Câmara Federal convidou o candidato a ir a apresenta do seu “padrinho” – o Chefe da Nação, onde segundo as notícias ficou claro que nem o beneficiário renunciaria a lembrança do seu nome para a mais alta Corte de Justiça do Brasil e muito menos o seu Patrono retiraria a recomendação!
A partir daí desenvolveram-se reunião, ataques, ameaças e intimidações pessoais do Senado. Quanto a isto não é de se dar muito crédito, pois o honrado Presidente da Comissão de Constituição e Justiça nunca foi de se amedrontar e muito menos de correr em qualquer embate. A prova disso foi a nota que expediu: “reafirmo que não aceitarei ser ameaçado, intimidado, perseguido ou chantagens com o aval ou a participação de quem quer que seja”, e acrescentou depois que a submissão do candidato a sabatina era da sua competência e isto não abriria mão, e assim, agiria quando entendesse oportuno.
A atitude do Eminente Senador Davi Alcolumbre é digna de respeito, pois, ao homem dotado de poderes políticos ou de forças não se pode negar o direito inato de defender a sua opinião, pouco se importando se isto vai gerar crise ou não. ALBERT EISTEIN escreveu: “Sem crise não há desafios, sem desafios a vida é uma rotina, uma lenta agonia. É na crise que se aflora o melhor de cada um”, “acabemos de uma vez com a única crise realmente ameaçadora que é a tragédia de não lutar para superá-la”.