Neste domingo, 25 de outubro, o Brasil poderá viver um momento histórico na política nacional: a data em que Lula da Silva (PT) poderá sofrer uma derrota que represente seu sepultamento político, encerrando um ciclo de protagonismo que marcou as últimas duas décadas do país. Uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro (PL) poderá significar muito mais do que o fim de um projeto de reeleição. Poderá representar o enfraquecimento de um projeto político e de um partido que, ao longo dos anos, teve em Lula seu principal cabo eleitoral, sua maior referência e, ao mesmo tempo, seu principal pilar de sustentação.
Após décadas de influência na política brasileira, Lula poderá deixar de ocupar o centro do debate nacional, abrindo espaço para uma nova configuração de forças políticas. Para seus adversários, seria o desgaste de uma liderança que, apesar de sua projeção internacional, também foi alvo de críticas contundentes por seus discursos, suas declarações e os números apresentados em suas falas a líderes mundiais.
A verdade é que aos 80 anos, a derrota poderá expor a dificuldade do PT em apresentar uma liderança capaz de ocupar o espaço deixado pelo seu fundador mais popular. A bancarrota partidária se encaminha neste ano de 2026!!
UM PRESIDENTE DA MENTIRA
Um presidente que voltou ao poder prometendo reconstruir a esperança dos brasileiros, com discurso de campanha baseados na imagem da “picanha e cervejinha”e a promessa de melhorar as condições de vida da população, está vendo agora a resposta de uma parcela dos eleitores mudarem de lado frustrada por acreditar nessas balelas petistas. Lula fez um terceiro mandato mais baseado na mentira de projetos e na gastança sem limites, se tornando o recordista de gastos em todos os sentidos, prejudicando principalmente as estatais brasileiras no endividamento.
A avaliação negativa de um governo é fruto do alto custo de vida, a insegurança pública, endividamento de 82 % das famílias brasileiras e a maior dívida pública em R$ 11 trilhões de reais. É nesse terreno que Lula e sua corja terão que enfrentar o julgamento das urnas.
PROMESSAS ELEITOREIRAS E ABSURDAS
Na reta final da campanha, promessas relacionadas a dívidas, benefícios sociais e medidas contra as apostas on-line poderão ser interpretadas pelos adversários como tentativas tardias de recuperar eleitores. Nesta última semana, Lula gastou sem ter no caixa da união mais de R$ 55 milhões para convencer eleitores de todo país ao anunciá-las em meio à disputa eleitoral em um total descontrole fiscal, num claro sinal de desespero.
LULINHA ENVOLVIDO ATÉ O TALO
Outro fator de desgaste são as denúncias envolvendo o INSS e as referências ao filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha e a lobista Roberta Luchsinger foram escancaradas na revista VEJA, revelando mais um caso de corrupção neste governo temerário.