Na última terça-feira (21), o presidente Lula (PT) utilizando uma linguagem chula e dentro da cadeia, afirmou a um portal em uma entrevista, que sempre que recebia visitas formais de procuradores e delegados na cadeia, em Curitiba-PR, e as autoridades o perguntavam se estava bem, ele respondia sempre com a mesma frase: “só vou ficar bem quando eu foder com o Moro”.
Lula foi infeliz na fala em atacar o ex-juiz Sergio Moro (UB), pois acabou colocando Moro com mais holofotes por toda imprensa do país, revelando o ódio e a sede de vingança que está governando a nação.
O juiz em seguida rebateu o ataque dizendo que na realidade o presidente está se vingando da população brasileira, porque o governo não apresenta resultados. Até agora somente juros altos, alto desemprego e, a promessa da picanha e da cervejinha não cumpriu. Disse também, que ele deveria refletir para evitar todos os planos de corrupção que aconteceram no governo do PT antigamente.
No dia seguinte a Polícia Federal deflagra uma operação para desarticular uma organização criminosa que pretendia realizar ataques contra servidores públicos e autoridades, incluindo homicídios e extorsão mediante sequestro. O senador Sergio Moro , ex-juiz da Lava Jato, era um dos alvos do grupo criminoso. De acordo com as investigações, os ataques poderiam ocorrer de forma simultânea nessas cinco regiões. Os principais investigados se encontravam nos estados de São Paulo e Paraná.
Para completar a semana desastrosa ele soltou mais uma pérola, dizendo que o plano do PCC para sequestrar e matar Sergio Moro e outras autoridades seria uma armação do próprio senador. “É visível que é uma armação do Moro”, e que ele ainda será desmascarado”. Eu não sei o que ele vai fazer da vida se ele continuar mentindo do jeito que está mentindo”, afirmou o presidente .
Lula não deve estar batendo bem da cabeça, pois ao contrário do que disse, a Polícia Federal esta com todas as provas de que o grupo criminoso planejava cometer atentados contra as autoridades e servidores com alto grau de valor em dinheiro para executar as mortes nos estados.