Os servidores da Sercomtel, única estatal de telecomunicações ainda existente no Brasil, organizam para próxima segunda-feira (17) uma manifestação silenciosa. Os colaboradores das sócias Prefeitura de Londrina e Copel pretendem utilizar nariz de palhaço em protesto contra o Conselho de Administração da empresa.
O protesto é porque o Comitê Técnico de Elegibilidade – previsto na Lei das Estatais, que avalia o currículo dos indicados à qualquer diretoria da Sercomtel, concluiu que Claudio Tedeschi, engenheiro civil processado pela Lei de Improbidade Administrativa como ex presidente da Codel na calamitosa gestão do PT de Londrina e indicado por Marcelo Belinati para presidir a empresa até a caducidade da Anatel e posterior privatização, não cumpre os requisitos da lei 13.303/2016.
Mas o Conselho de Administração presidido pelo político Junker Grassiotto, à revelia do Comitê, vai empossar a Tedeschi na presidência da estatal até pronunciamento do Ministério Público, pagando para ver como é praxe na gestão Belinati na Cohab (Marcos deFreitas), CMTU (Moacyr Sgarioni) e Sercomtel – com o primeiro nomeado Luiz Adati, que deixaram o cargo por força da promotoria – deFreitas nem assumiu .
O Comitê Técnico de Elegibilidade deveria vir à público explicar porque Tedeschi não atende a Lei 13.303/16. Ou não Marcelo Belinati? Ou sim o presidente da Copel?