TRANSNACIONAL E ODEBRECHT TINHAM UM ESQUEMA DE ENTREGA DE PROPINAS

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Convenhamos, era um esquema bem organizado. Nada de entrega sem confirmação de que a mercadoria chegava ao seu destino. De acordo com o depoimento de 77 delatores que proporcionou entre janeiro de 2014 a maio de 2015 nada menos que 532 entregas de propinas, somando R$ 248,9 milhões de reais, para 90 pessoas com codinomes muito especiais, como foi o caso de Gleisi Hoffmann com o codinome Coxa, embora outros tenham citado o codinome Amante. Numa de suas últimas edições a revista Crusoé entregou de bandeja a lista de Delivery feita pela Odebrecht que esparramou entre a classe política uma dinheirama que ainda não foi totalmente recuperada. No caso da senadora e presidente nacional do PT, incluiu-se o nome de Paulo Bernardo, seu companheiro de casa até o ano passado. São lembranças como esta que os admiradores de Lula & Cia não conseguem, apagar.

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