Aldo Vendramin, o dono da Consilux, que depois de ser preso na Itália, a pedido do governo venezuelano, voltou ao Brasil e a esta altura deve estar bastante bronqueado por conta do que ocorreu há pouco com o negócio de radares na capital paranaense. Sem estar com nenhum dos dois lotes e vendo a cada dia um POSTINHO DE RADAR seu, ser arrancado da calçada e não deve estar muito contente. Os dois lotes acabaram com seus privilégios de 11 anos de contratos sempre prorrogados com o município de Curitiba. Novos radares estão sendo instalados, mas sem a Consilux que está deixando de receber alguns milhares da Prefeitura da capital. Um assunto que ainda vai dar muito o que falar, principalmente pelo fato de que ainda paira muita dúvida quanto a impostos pendentes com o município.

Só para esclarece que Joropo é, por excelência, a dança típica da Venezuela, embora também sejam destacadas a Salsa e La Locaína.
NO FABIO CAMPANA (23/03/2015):
INVESTIGADO DA LAVA JATO DIZ QUE FOI LEVADO POR REQUIÃO PARA NEGÓCIOS NA VENEZUELA
Aldo Vendramin, dono da Consilux, empresa famosa pela exploração de radares caça-níqueis, afirma que foi levado pelo ex-governador Roberto Requião (PMDB) até Hugo Chaves, e lá conseguiu contratos para construção de casas populares.
Estas declarações de Vendramin foram dadas durante entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, onde o mesmo tentava explicar aparecimento da Consilux em investigação da operação Lava Jato, na questão relativa a contratos de consultoria, ‘sic’, do ex-ministro José Dirceu. Veja a citação que Aldo Vendramin faz de Requião e também, trechos da matéria sobre a relação da Consilux com José Dirceu no Leia Mais.
A CONSULTORIA TAMBÉM AJUDOU A GANHAR OS CONTRATOS?
Não, os contratos nós já tínhamos de antes. Em 2005, o [então governador do Paraná, Roberto] Requião levou uma comitiva de empresários para Caracas. Foi quando a gente viu a oportunidade de entrar no ramo de casas populares. Mas a Consilux é uma empresa de tecnologia de trânsito, radares, lombadas no Brasil.
É, mas vimos à oportunidade de diversificar e entramos bem no mercado venezuelano de habitação. Conseguimos depois dessa essa viagem com o Requião. O Dirceu não teve nada a ver com a nossa entrada lá. Só nos atendeu muito depois, a partir do final de 2011.
COMO O SR. ENCAROU O VAZAMENTO DA LISTA DOS CLIENTES DA JD DURANTE A INVESTIGAÇÃO DA LAVA JATO?
Não tenho nada a ver com Lava Jato. O ex-ministro apenas nos atendeu num caso específico e foi muito bem. ‘Dirceu me levou a Chávez e o dinheiro começou a sair’, diz empresário do Paraná.
Segunda a matéria da FOLHA DE SÃO PAULO a empresa ganhou contratos e aditivos de US$ 416 milhões para construir casas populares numa versão do Minha Casa, Minha Vida na Venezuela. Entre 2011 e 2013, a Consilux pagou R$ 1,22 milhão para o petista desatar o nó político na república bolivariana. Deste contrato suspeita-se que até hoje foram feitas 11 casas e 260 milhões de dólares foram dados no início do contrato e com a ajuda do Zé Dirceu outra parte foi liberada…
UMA BOLADA MUITO BOA EM DÓLARES QUE DEVE ESTAR FAZENDO UM BEM ATÉ HOJE NO BOLSO!!