A vereadora Rosane Bonho, de Foz do Iguaçu, entrou numa fria. Foi condenada pela Justiça por falsidade ideológica. Ela promoveu a nomeação do padrasto do marido dela como assessor parlamentar na Câmara Municipal daquela cidade fronteira. Ela havia assinado documento dizendo que não possuía grau de parentesco com o funcionário nomeado entrou pelos canos. Foi condenada a um ano e dois meses de reclusão em regime aberto. Vai ainda pagar uma multa e prestar serviços comunitários; Brasil afora quantos e quantas como ela não estão na mesma situação, inclusive usando o nepotismo cruzado para acertos políticos bem conhecidos.