Para os críticos do governo, a viagem de Lula ao G7 acabou reforçando a imagem de um “anão diplomático” no cenário internacional. Na avaliação desse grupo, o presidente teria ido ao encontro em uma tentativa de reabrir negociações comerciais e, na prática, “pedir penico” ao presidente Donald Trump diante das tarifas que ameaçam produtos brasileiros. Sem avanços concretos e sem uma aproximação pública entre os líderes, Lula retornou fazendo críticas a Trump, alimentando o discurso de que prefere o confronto retórico quando a estratégia diplomática não produz os resultados esperados. Ao se sentir ignorado Lula começou a atacar Trump para não interferir nas eleições e que Trump se acha o imperador de tudo, voltando a fazer a narração de vítima mais uma vez.A imagem real desta viagem perante os líderes foi de total submissão de Lula e sua caterva.