Coisas que viram na entrega das obras do Aeroporto José Richa

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Quem acompanhou a entrega das obras do Aeroporto José Richa, em Londrina, notou algumas coisas curiosas, que podem ser tudo e podem ser nada, como diria o blogueiro Zé Beto.

Alguns exemplos: o prefeito Tiago Amaral e o deputado federal Filipe Barros ficaram distantes um do outro no palanque. Há quem diga que está rolando um certo mal estar entre os dois devido às indicações para o primeiro escalão da prefeitura.

PL, de Filipe Barros e o PSD, de Tiago Amaral, estiveram juntos na campanha para prefeito. O tempo no horário eleitoral do PL (2 minuto e 26), hoje o maior partido do Brasil – na última eleição elegeu 99 parlamentares – foi fundamental na campanha. Além, é lógico, do fundo eleitoral, algo em torno de R$ 1 milhão. Nos bastidores corria a informação de que Barros teria uma participação mais generosa. Não é o que se tem visto.

Outra curiosidade foi o deputado federal Luiz Carlos Hauly (Podemos), veterano na política mas que ainda não aprendeu a se colocar nos palanques para aparecer na foto. Ficou lá no fundão.

Já personagens como o ex-deputado federal André Vargas (PT), circulavam por lá com a desenvoltura de quem seria o dono da festa.

Ainda no Aeroporto José Richa…

Ainda no aeroporto José Richa – sem ILS, – não se viu o suplente de deputado federal Marco Brasil (PP), que estava na vaga do capo do partido Ricardo Barros e ainda não retornou a Brasília, pois o maringaense quer ser líder do enfraquecido governo Lula no Congresso dos severinos e onaireves de tal.

Ainda no Aeroporto José Richa...
fotos Gabriel Rosa – AEN

Outro que não estava por lá era o deputado federal Diego Garcia (Republicano) que desde a disputa a prefeito no primeiro turno está na moita. Seus eleitos vereadores e até a candidata a vice prefeita o abandonaram e pediram vaga na arca de Tiago Amaral, onde Herika Galli já assumiu a direção de turismo da Codel. Os vereadores ainda desejam emplacar Marcelo Canhada, tal qual Luiz Nicácio que estava como secretário de Marcelo Belinati.
A família Canziani – do pai Alex e filha Luisa, mantiveram e até ampliaram os espaços que tinham na gestão de Belinati desde 1996 na Codel e agora na CTD e Londrina Iluminação. Eles esperam ainda outros cargos como na Londrina Iluminação e na Secretaria de Educação.
Os Canziani detém ainda o partido Agir, dirigido por assessor da deputada e no Paraná controlado pelo pai, e ela é a presidente do PSD local – partido do governador e do prefeito.
Copiam o modelo dos Janene que por anos mandaram no PP com o falecido deputado José Mohamed e o PDT dirigido pelo irmão Assad, quando conseguiu a vaga de vice prefeito com Luiz Eduardo Cheida (PT) em 1992 e depois a chefia de gabinete de Barbosa Neto (PDT).

fonte https://www.pacocacomcebola.com.br/

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