DECLARAÇÃO DE GUERRA! “DEPOIS DE 7 ANOS MAMANDO NO GOVERNO, PL E NOVO VIRAM AS COSTAS E TRAEM A BASE”!

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   Está foi a frase mais ouvida nos corredores da Assemblei Legislativa depois que Sergio Moro foi até a Assemblei Legislativa par dizer que agora terá uma bancada pesada com 14 deputados dentro da casa. Rotando grosso e dizendo que por enquanto a ideia ainda é apoiar os bons projetos do governo Ratinho Jr., mas a bancada poderá ser independente a hora que prejudicar os paranaenses.                                                        

A revolta de vários militantes de outros partidos foi grande e frase mais repetida foi: “ depois de sete anos mamando na estrutura do governo, ocupando cargos, votando com a base e surfando na estabilidade política, PL e Novo agora descobrem, convenientemente, um “novo caminho”.                                                                               

Coincidência?                                                                                                                                                                                                                                               Claro que não. É o velho roteiro da política: usa, se fortalece… e depois abandona o barco.                                                                                                           

  Durante todo esse tempo, estiveram confortavelmente instalados, ajudando a sustentar decisões, garantindo espaços e colhendo os frutos do poder. Nada de crise de consciência, nada de rompimento ideológico. Pelo contrário: fidelidade quase religiosa — enquanto era vantajoso.                                                                                          

Mas bastou o vento eleitoral mudar de direção para que viesse a “coragem” de romper. Não por princípios, mas por cálculo. Não por coerência, mas por conveniência.                                                                                                                                                                                                      

   Nos corredores da Assembleia, o sentimento é claro: não foi apenas uma saída da base, foi uma traição escancarada a quem dividiu palanque, voto e poder ao longo de anos. Um abandono típico de quem já se serviu bem à mesa e agora finge não conhecer a cozinha.                                                                                       

No fim, fica a lição que ninguém mais se surpreende em aprender: em parte da política, lealdade dura até o próximo projeto eleitoral. Depois disso, vira discurso — e dos mais frágeis.

ACABOU A MAMATA:

CHORO E ATAQUE NA ALEP                                                                                                                         

Deputados do PL e do Novo demonstraram insatisfação após serem excluídos de reunião no Palácio Iguaçu com o governador Ratinho Junior. Na Assembleia, o clima foi de desconforto entre aliados de Sergio Moro. Nos bastidores, a avaliação é que mudanças no governo estariam favorecendo aliados mais próximos, deixando os dois partidos sem espaço. A tensão chegou à tribuna, com o deputado Delegado Jacovós defendendo Moro e gerando reação do PT. O debate esquentou ainda mais quando Luiz Claudio Romanelli criticou o nome do senador, ampliando o confronto entre parlamentares.

EXONERAÇÕES INTERESSANTES.

Estes rebuliços provocam cada revelação e também demonstram o que um político pode fazer para encaixar apadrinhados. Tem um que colocou até mãe nomeada e vou poupar o nome em função da idade da cidadã, mas é isto inconcebível. Outro deputado japonês que entrou pela porta do fundo colocou até o irmão!!Está é a política que pregam longe dos eleitores e quando assumem tem a cara de pau de fazer o que querem. Na próxima edição mais detalhes da tropa que é grande…

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