MPE DEVE INVESTIGAR DISTRIBUIÇÃO DO FUNDÃO,  TRAMBIQUES DE NOTAS E EMPRESAS FRIAS

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É grande os buchichos que estão ocorrendo em todo o estado, principalmente nos comitês de divisão de fundos eleitorais. Em meio à corrida eleitoral, ninguém está se atendo com relação a distribuição de valores para cada candidato com o devido reconhecimento do potencial de cada um. Os caciques dos partidos fazem o que bem querem sem avaliar realmente quem tem potencial e merece um investimento. Este crime que está ocorrendo bem debaixo do nariz da justiça eleitoral deveria ter uma ação imediata do Ministério Público Eleitoral. Ele deveria agir rigorosamente nessa fiscalização para saber realmente que está recebendo e fornecendo as notas como prestadores de serviços. Vários candidatos estão insatisfeitos e colocando a boca no trombone nas redes sociais e nem mais estão sendo atendidos pelos coordenadores de campanha via telefone e até mesmo presencial.

Uma das maiores denúncias recebidas pelo IMPACTO PR. e que merecem urgentemente uma apuração é a eventual utilização de empresas ligadas a parentes de candidatos para a emissão de notas fiscais referentes a serviços como produção gráfica, sonorização, montagem de eventos, cerimonial, locação de móveis, estúdios e transporte. A existência de vínculos familiares ou a contratação de empresas desses setores, por si só, não comprova irregularidade. O ponto central é verificar  que data a empresa foi criada  e se os serviços foram efetivamente prestados, se os valores são compatíveis e se as despesas declaradas correspondem à realidade.

Muita gente de alto coturno e que busca o senado e assembleia legislativa irá cair do cavalo com essa investigação. O alerta foi dado está semana e a correria foi grande ao redor da Praça Centro Cívico na tentativa de abafar o esquema criado e que tem privilegiado principalmente quem não teve mandato. As provas e reclamações com provas estão sendo juntadas.

MPE TEM QUE MOSTRAR  SERVIÇO

O Ministério Público Eleitoral tem essa atribuição de fiscalizar o verdadeiro cumprimento das normas eleitorais e deveria colocar uma lupa gigante para verificar as despesas de cada candidato detalhadamente e também dos caciques que dividiram a grana conforme bem lhes interessava e que isto seja causa até de cassação de mandatos se forem eleitos.

Quando uma campanha declara despesas com gráfica, eventos, transportes ou outros serviços, é necessário que existam documentos, contratos e evidências que permitam conferir a realização das atividades. Se houver empresas de fachada, serviços inexistentes, superfaturamento ou notas fiscais ideologicamente falsas, caberá às autoridades competentes investigar e adotar as medidas previstas em lei.

A sociedade tem o direito de exigir prestação de contas transparente. E os candidatos e partidos que utilizam recursos públicos devem estar preparados para comprovar cada despesa declarada.

O dinheiro público não pode ser tratado como uma caixa-preta eleitoral.

BASTA !! CHEGA DE MUTRETA, MARACUTAIA E BENESSES COM O DINHEIRO PÚBLICO!!

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