Até quando teremos estômago para engolir estes absurdos visíveis e sem qualquer sanção para um ministro que já está mais sujo que pau de galinheiro com o estelionatário banqueiro Daniel Vorcaro. Nesta semana outra denúncia é o expressivo aumento do patrimônio imobiliário do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, revelado em levantamento publicado pelo jornal O Estado de S. Paulo, reacendeu o debate sobre transparência e compatibilidade entre rendimentos públicos e evolução patrimonial de autoridades.
De acordo com os dados, o patrimônio imobiliário da família do ministro cresceu 266% desde 2017, saltando de R$ 8,6 milhões para cerca de R$ 31,5 milhões, com a aquisição de 17 imóveis — muitos deles pagos à vista. O volume e a velocidade desse crescimento chamam atenção, especialmente considerando que a principal fonte de renda direta do ministro é o salário no serviço público.
Embora parte significativa dos bens esteja vinculada à atividade profissional da esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, e a uma empresa familiar que administra os ativos, especialistas apontam que os valores envolvidos — incluindo contratos milionários com instituições financeiras — fogem do padrão médio do mercado jurídico.
Outro ponto sensível envolve transações imobiliárias com pessoas ligadas a processos no próprio STF, o que, ainda que não configure ilegalidade comprovada, levanta questionamentos éticos e reforça a necessidade de transparência absoluta.
A DIREÇÃO