UM “CARTOLA OCULTO” DA CBF? GILMAR MENDES E O FILHOTE SÃO O RETRATO DE UMA SELEÇÃO CARICATA E POLITIQUEIRA

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No Brasil, parece que a máxima de que “futebol e política não se misturam” ficou apenas para o discurso. Nos bastidores da Confederação Brasileira de Futebol, cresce a percepção de que quem realmente influencia os rumos da entidade nem sempre ocupa um cargo formal na diretoria.

A parceria milionária entre a CBF Academy e o IDP, instituição fundada por Gilmar Mendes e hoje administrada por dirigentes ligados ao instituto, incluindo seu filho Francisco Schertel Mendes, levantou questionamentos justamente por ter sido seguida por decisões judiciais relevantes envolvendo a administração da CBF. Ainda que não haja reconhecimento oficial de irregularidades, a coincidência alimentou críticas e colocou em xeque a necessidade de maior transparência sobre essas relações.

A imagem que fica é a de uma CBF em que os bastidores parecem pesar tanto quanto o desempenho dentro de campo.

Chico, o filhote de Gilmar, também ampliou sua atuação no ambiente esportivo e passou a frequentar espaços de influência na política do futebol. Sua presença em articulações envolvendo federações estaduais e dirigentes contribuiu para fortalecer a percepção, compartilhada por críticos, de que exerce papel relevante nos corredores da entidade. As coisas ficaram ainda piores quando declarou para alguns comparsas que ele era o responsável pela convocação de Neymar Jr. ao selecionado por interesse de jogos e patrocinadores e por outro lado um treinador aceitar a indicação de cartola na formação do selecionado.

 O resultado é uma caricatura desconfortável para o torcedor brasileiro: uma seleção que deveria ser símbolo de mérito esportivo, se vê cercada por debates sobre poder, bastidores e governança, misturados com membros do STF suspeitos de corrupção e sentenças convenientes ao PT.

 QUANDO A COISA COMEÇA MAL, TERMINA PIOR AINDA!!!!!!!!!!!

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